1 de maio de 2026

Fim de governo sem cafezinho

 O ex-governador Israel Pinheiro costumava dizer  que em fim de governo nem o garçon aparece para servir o cafezinho. Quer ficar longe. Está pensando quem será o próximo.

Não é o caso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que é candidato à reeleição. Pode continuar no Poder se for vitorioso nas próximas eleições., mas sofreu uma grande derrota com a indicação do Advogado Geral da União para ministro do STF.

Neste momento, está em queda nas pesquisas de popularidade e  em dificuldade para indicar candidatos ao governo nos Estados. Em Minas esta neste momento sem palanque eleitoral. 

O PT precisa formar novas aliança para continuar no Poder. Conta apenas com o PSOL, PDT, PSB. É muito pouco para quem deseja continuar no  governo.

Lula pecou não trabalhando para construir uma nova liderança política nacional. É só ele. Não existe outro nome capaz de sensibilizar o eleitorado brasileiro. Está colhendo o que plantou, porque o Poder também desgasta.

 Pode ser que ele ainda ´saia vitorioso. Mas vai ser muito dífícil. Fim do governo até o garçon não aparece para servir o cafezinho, conforme dizia o ex-governador Israel Pinheiro.

30 de abril de 2026

Mais uma derrota de Lula

 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sofreu mais uma derrota. O Congresso Nacional rejeitou o seu veto ao PL da Dosimetria, que reduz a pena dos julgados pelo STF no caso da quebradeira de 8 de janeiro em Brasilia.

Na Câmara a sua derrota foi por 318 a 144 votos e no Senado 49 a 24. O que está em jogo agora é a governabilidade, porque o governo é minoritário nas duas Casas do Congresso Nacional.

KALIL CANDIDATO?

O ex-prefeito de Belo Horizonte, Elias Kalil, está à espera de uma definição do senador Rodrigo Pacheco para saber de pode contar com o PT para disputar o governo de Minas.

O PTde Lula quer Pacheco como candidato para que o atual presidente tenha um palanque eleitoral no Estado.

Só que o senador continua em cima do muro sem saber se  pode contar com o eleitorado conservador que o elegeu para o Senado e tem dúvida quanto a fidelidade do eleitorado petista. Está disposto a não entrar na disputa

Atualmente, o ex-prefeito de BH está filiado ao PDT e é candidato ao governo do Estado. Mas só teria èxito se Pacheco não for candidato.

Kalil é mais conhecido em BH e no interior é muito fraco. Não tem mais o voto do atleticano.

Já o senador Rodrigo Pacheco seria o principal candidato, tendo em vista a fragilidade dos demais postulantes ao governo de Minas.

Pacheco sai e Kalil entra ?

 Jorge Nessias precisava  de 41 votos para ser aprovado pelo Senado e ser nomeado a ministro do Supremo Tribunal Federal. Obteve apenas 34 votos e foi derrotado. Contra a sua indicação, votaram 42 senadores. Mais uma derrota do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Contribuiu para a derrota de Messias o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que se sentiu traido pelo presidente Lula ao preterir a indicação do senador Rodrigo para ministro do STF.

O que se comenta agora é que o presidente Lula não vai mais indicar o senador Rodrigo Pacheco como candidato ao governo de Minas. Pacheco não está disposto também a entrar na disputa.

. A preferência agora seria pelo ex-prefeito de Belo Horizonte, Elias Kalil.  

Azedou também o relacionamento entre o presidente Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Agora, Lula conta apenas com o possível apoio do presidente da Câmara dos Deputados,  Hugo Motta. Com isso, a candidatura do presidente Lula à reeleição fica fragilizada.

19 de abril de 2026

Lula eliminou seus possíveis opositores

Com habilidade, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva eliminou os principais opositores da esquerda à sua reeleição à presidência da Republica: Guilherme Boulos e Fernando Haddad. O primeiro era tido como virtual candidato, mas Lula o convenceu a participar do seu governo como ministro da Secretaria Geral da Presidência da República e Fernando Haddad será candidato a governador de São Paulo.

Com isso, Lula não terá candidato de esquerda à sua sucessão. Será ele mesmo. E há uma razão: Lula não se preocupou em construir uma liderança forte dentro do PT e demais legendas que apoiam o seu governo. Não queria ser incomodado. Está solto agora.

Com  Boulos e Haddad fora da disputa presidencial, Lula será candidato único a sua reeleição, concorrendo com os demais candidatos da direita. 

 É possível que para a eleição de 2030, Lula, reeleito, trabalhe para construir uma nova liderança. Em política, tudo é possível. 



12 de abril de 2026

A fragilidade de candidatos anima Pacheco

 Como possível candidato ao governo de Minas, qual seria o discurso do senador Rodrigo Pacheco?

A sua prolongada indefinição de candidato é a constatação de que ainda não tem pronto o seu discurso.

Provavelmente, Rodrigo Pacheco ainda não sabe se poderá contar com o voto do eleitor conservador que o elegeu senador de Minas com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro.

É possível que Pacheco esteja também em dúvida quanto ao posicionamento eleitoral dos partidos de esquerda, principalmente o PT. Mas Lula deseja que o senador seja  candidato para ter um palanque em Minas Gerais. 

Lula, como se sabe, apoiou a reeleição de Pacheco à presidência do Senado, mas preteriu o senador na indicação para ministro do STF.

Não vai ser fácil o discurso de Rodrigo Pacheco .Ele  foi muito habilidoso obtendo o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro na sua eleição para o Senado, além de conseguir o aval do presidente Lula na  sua reeleiçâo para presidir aquela Casa.

O difícil mesmo é saber qual será posicionamento do eleitor conservador e de esquerda na eleição para governador de Minas. Pacheco ainda não sabe. Mas a fragilidade dos candidatos da direita anima Pacheco.

1 de abril de 2026

O fim da CPMI do INSS

 O fim da CPMI  do INSS a transformou num jogo político entre os integrantes da direita e da esquerda. Resta saber quem saiu ganhando em termos eleitorais. Sem apoio de alguns elementos da Centrão, a esquerda não teria condições de inviabilizar a CPMI.

Quem saiu perdendo foram os aposentados e pensionistas do INSS que tiveram os seus proventos roubados pelos detentores do poder, prevalecendo assim a impunidade.

O parecer do relator não foi votado, o mesmo ocorrendo com o parecer alternativo elaborado pelos governistas.

Mas ninguém tem dúvida de que o fim da CPMI do INSS terá reflexos  na eleição presidencial entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (reeleição) e o senador  Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O eleitor é que vai decidir.



23 de março de 2026

Pacheco está com Lula

 O senador Rodrigo Pacheco, filiado agora ao PSB  já fez a sua opção política: está com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Só não disse que aceita o pedido do atual presidente para disputar o governo de Minas nas eleições deste ano.

O senador mineiro continua em cima do muro, porque ainda não sabe se o eleitorado conservador que o elegeu senador estará com ele nas próximas eleições. ´E possível que tenha também dúvida quanto ao posicionamento dos partidos de esquerda, principalmente do PT. Mas vai acabar aceitando o pedido do presidente Lula.

Na visita que o presidente Lula fez a Minas (Betim e Sete Lagoas). o senador Rodrigo Pacheco fez elogios a atual presidente, mas preferiu dizer que ainda não decidiu se concorre ao governo de Minas. Vai depender de avaliações partidárias.

É bom esclarecer que Pacheco foi eleito presidente do Senado com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na sua reeleição, teve também o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Só não gostou do presidente Lula indicar o Advogado Geral da União, Jorge Messias, para ministro do STF, já que era um postulante. Mas o tempo se encarregou de uma aproximação entre Lula e Pacheco, embora a indicação de Messias ainda não tenha sido aprovada pelo Senado.

O que anima Pacheco na disputa pelo governo de Minas é a carência de lideranças políticas no Estado. Os atuais postulantes são fracos e com pouca densidade eleitoral.

18 de março de 2026

Sucessão mineira depende das convenções

Nada está decidido sobre a sucessão mineira. A decisão sobre os prováveis candidatos só será decidida depois das convenções.  O que existe é especulação.

O vice governador Mateus Simões é tido como candidato do governador Romeu Zema. Mas é pouco conhecido. Consequentemente, é fraco.

O ex-prefeito de Belo Horizonte, Elias Kalil, é apontado como candidato do PDT, mas é fraco também. A sua maior votação é em BH.

O senador Rodrigo Pacheco seria o candidato do presidente Lula, mas não disputaria pelo PT. Continua em cima do muro. Não confia muito no atual presidente pelo fato de ter sido preterido na indicação para ministro do STF.

A Incógnita é o ex-governador Aécio Neves. Como raposa, fica só na conversa. Mas não deve ser desprezado.

Os demais possíveis candidatos não têm força partidária. Portanto, não entrariam na disputa. 

2 de março de 2026

Lula e Pacheco: desconfiança mútua

 A desconfiança é mútua entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Rodrigo Pacheco. Ao indicar o Advogado-Geral da União, Jorge Messias, para ministro do Supremo Tribunal Federal, o presidente Lula preteriu o senador mineiro, que reinvindicava o cargo. Entre Messias e Pacheco, o presidente optou pelo primeiro. Obviamente, Rodrigo Pacheco não ficou nada satisfeito.

Agora, o presidente Lula quer Rodrigo Pacheco como candidato ao governo de Minas para ter um palanque eleitoral no Estado. O senador pode até disputar o governo , mas não confia  no presidente Lula. Portanto,  desconfiança é mútua.

Além da desconfiança, senador Rodrigo Pacheco está em dúvida sobre o posicionamento do eleitorado conservador  e dos partidos de esquerda, principalmente do PT, na eleição para governador.

Pacheco, como se sabe, foi eleito senador pelo eleitor conservador e teve o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro para presidir o Senado. Teve o aval do atual presidente Lula para a sua reeleição.

É natural, portanto, que o senador Rodrigo Pacheco pense bem antes de decidir se entra ou não  na disputa pelo governador de Minas, dai a sua indecisão.







26 de fevereiro de 2026

Minas sem candidato

 Minas ainda não tem candidato forte ao governo do Estado. O vice governador Mateus Simões é o candidato do governador Romeu Zema, mas é pouco conhecido e difícil no relacionamento.

O ex-prefeito Elias kalil, que disputaria pelo PDT, só tem voto mesmo em Belo Horizonte. Já o senador Rodrigo Pacheco, que continua em cima do muro, é o candidato preferido do presidente Lula para ter um palanque eleitoral em Minas.

Pode ser que apareça outro candidato. Mas, na realidade, Minas ainda não tem candidato ao governo do Estado, por falta de liderança.

Por isso mesmo é difícil fazer qualquer previsão sobre a sucessão mineira. Só depois das convenções partidárias para a indicação de candidatos, será possível fazer uma melhor avaliação. Por enquanto, o eleitorado está alheio ao processo eleitoral. Descrente.