7 de abril de 2026

Qual será o discurso de Pacheco?

 Como possível candidato ao governo de Minas, qual seria o discurso do senador Rodrigo Pacheco?

A sua prolongada indefinição de candidato é a constatação de que ainda não tem pronto o seu discurso.

Provavelmente, Rodrigo Pacheco ainda não sabe se poderá contar com o voto do eleitor conservador que o elegeu senador de Minas com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro.

É possível que Pacheco esteja também em dúvida quanto ao posicionamento eleitoral dos partidos de esquerda, principalmente o PT. Mas Lula deseja que o senador seja  candidato para ter um palanque em Minas Gerais. 

Lula, como se sabe, apoiou a reeleição de Pacheco à presidência do Senado, mas preteriu o senador na indicação para ministro do STF.

Não vai ser fácil o discurso de Rodrigo Pacheco .Ele  foi muito habilidoso obtendo o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro na sua eleição para o Senado, além de conseguir o aval do presidente Lula sua reeleiçâo para presidir aquela Casa.

O difícil mesmo é saber qual será posicionamento do eleitor conservador e de esquerda na eleição para governador de Minas. Pacheco ainda não sabe. Mas a fragilidade dos candidatos da direita anima Pacheco.

1 de abril de 2026

O fim da CPMI do INSS

 O fim da CPMI  do INSS a transformou num jogo político entre os integrantes da direita e da esquerda. Resta saber quem saiu ganhando em termos eleitorais. Sem apoio de alguns elementos da Centrão, a esquerda não teria condições de inviabilizar a CPMI.

Quem saiu perdendo foram os aposentados e pensionistas do INSS que tiveram os seus proventos roubados pelos detentores do poder, prevalecendo assim a impunidade.

O parecer do relator não foi votado, o mesmo ocorrendo com o parecer alternativo elaborado pelos governistas.

Mas ninguém tem dúvida de que o fim da CPMI do INSS terá reflexos  na eleição presidencial entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (reeleição) e o senador  Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O eleitor é que vai decidir.



23 de março de 2026

Pacheco está com Lula

 O senador Rodrigo Pacheco, filiado agora ao PSB  já fez a sua opção política: está com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Só não disse que aceita o pedido do atual presidente para disputar o governo de Minas nas eleições deste ano.

O senador mineiro continua em cima do muro, porque ainda não sabe se o eleitorado conservador que o elegeu senador estará com ele nas próximas eleições. ´E possível que tenha também dúvida quanto ao posicionamento dos partidos de esquerda, principalmente do PT. Mas vai acabar aceitando o pedido do presidente Lula.

Na visita que o presidente Lula fez a Minas (Betim e Sete Lagoas). o senador Rodrigo Pacheco fez elogios a atual presidente, mas preferiu dizer que ainda não decidiu se concorre ao governo de Minas. Vai depender de avaliações partidárias.

É bom esclarecer que Pacheco foi eleito presidente do Senado com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na sua reeleição, teve também o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Só não gostou do presidente Lula indicar o Advogado Geral da União, Jorge Messias, para ministro do STF, já que era um postulante. Mas o tempo se encarregou de uma aproximação entre Lula e Pacheco, embora a indicação de Messias ainda não tenha sido aprovada pelo Senado.

O que anima Pacheco na disputa pelo governo de Minas é a carência de lideranças políticas no Estado. Os atuais postulantes são fracos e com pouca densidade eleitoral.

18 de março de 2026

Sucessão mineira depende das convenções

Nada está decidido sobre a sucessão mineira. A decisão sobre os prováveis candidatos só será decidida depois das convenções.  O que existe é especulação.

O vice governador Mateus Simões é tido como candidato do governador Romeu Zema. Mas é pouco conhecido. Consequentemente, é fraco.

O ex-prefeito de Belo Horizonte, Elias Kalil, é apontado como candidato do PDT, mas é fraco também. A sua maior votação é em BH.

O senador Rodrigo Pacheco seria o candidato do presidente Lula, mas não disputaria pelo PT. Continua em cima do muro. Não confia muito no atual presidente pelo fato de ter sido preterido na indicação para ministro do STF.

A Incógnita é o ex-governador Aécio Neves. Como raposa, fica só na conversa. Mas não deve ser desprezado.

Os demais possíveis candidatos não têm força partidária. Portanto, não entrariam na disputa. 

2 de março de 2026

Lula e Pacheco: desconfiança mútua

 A desconfiança é mútua entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Rodrigo Pacheco. Ao indicar o Advogado-Geral da União, Jorge Messias, para ministro do Supremo Tribunal Federal, o presidente Lula preteriu o senador mineiro, que reinvindicava o cargo. Entre Messias e Pacheco, o presidente optou pelo primeiro. Obviamente, Rodrigo Pacheco não ficou nada satisfeito.

Agora, o presidente Lula quer Rodrigo Pacheco como candidato ao governo de Minas para ter um palanque eleitoral no Estado. O senador pode até disputar o governo , mas não confia  no presidente Lula. Portanto,  desconfiança é mútua.

Além da desconfiança, senador Rodrigo Pacheco está em dúvida sobre o posicionamento do eleitorado conservador  e dos partidos de esquerda, principalmente do PT, na eleição para governador.

Pacheco, como se sabe, foi eleito senador pelo eleitor conservador e teve o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro para presidir o Senado. Teve o aval do atual presidente Lula para a sua reeleição.

É natural, portanto, que o senador Rodrigo Pacheco pense bem antes de decidir se entra ou não  na disputa pelo governador de Minas, dai a sua indecisão.







26 de fevereiro de 2026

Minas sem candidato

 Minas ainda não tem candidato forte ao governo do Estado. O vice governador Mateus Simões é o candidato do governador Romeu Zema, mas é pouco conhecido e difícil no relacionamento.

O ex-prefeito Elias kalil, que disputaria pelo PDT, só tem voto mesmo em Belo Horizonte. Já o senador Rodrigo Pacheco, que continua em cima do muro, é o candidato preferido do presidente Lula para ter um palanque eleitoral em Minas.

Pode ser que apareça outro candidato. Mas, na realidade, Minas ainda não tem candidato ao governo do Estado, por falta de liderança.

Por isso mesmo é difícil fazer qualquer previsão sobre a sucessão mineira. Só depois das convenções partidárias para a indicação de candidatos, será possível fazer uma melhor avaliação. Por enquanto, o eleitorado está alheio ao processo eleitoral. Descrente.

16 de fevereiro de 2026

O motivo da indecisão de Pacheco

 Em política, tudo é possível. É o caso do senador Rodrigo Pacheco, que pode ou não disputar o governo de Minas nas próximas eleições.  O presidente Lula insiste para que ele seja candidato para ter um palanque eleitoral em Minas Gerais. Mas Pacheco está indeciso e diz que na hora certa vai decidir.

O desejo do senador mineiro era a sua indicação para ministro do Supremo Tribunal Federal. Mas Lula acabou indicado o Advogado Geral da União, Jorge Messias. Pacheco não gostou de ser preterido.

Mas existem outros motivos da indecisão de Pacheco de concorrer ao governo de Minas. Ele não sabe se terá o voto do eleitor conservador que o elegeu senador. Tem dúvida também do eleitor do PT e dos demais partidos de esquerda.

Rodrigo Pacheco, como se sabe, foi eleito para presidente do Senado com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro e foi reeleito com o aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, É possível que Pacheco não confie no eleitor conservador e tem dúvida também do posicionamento do eleitorado de Lula e dos partidos de esquerda, dai a sua indecisão. Mas deve haver outro motivo. Algumas lideranças do PT de MG garantem que Pacheco decidiu que será candidato de Lula ao governo de Minas. 

Em política, tudo é possível quando está em jogo o Poder.

7 de fevereiro de 2026

Espera-se uma eleição limpa

 A  última eleição presidencial foi muito contestada pela oposição, principalmente pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.  Falaram muito em fraude, urnas eletrônica e outras coisas mais. Lula foi o vitorioso.

Agora, a eleição presidencial será comandada no TSE por dois ministros indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro ao STF: Nunes Marques (presidente) e André Mendonça (vice-presidente).

Espera-se que a eleição seja limpa, sem fraude e contestações. Apesar da polarização entre esquerda e direita, está todo mundo de olho nas urnas eletrônicas. A impressão que se tem é que por parte da Justiça Eleitoral não haverá qualquer irregularidade que conteste o resultado da eleição. Só assim poderemos dizer que estamos num Pais democrático.

Mas para isso o TSE tem  de tomar as suas decisões de acordo com a lei.


2 de fevereiro de 2026

Lula é candidato certo

 Certo mesmo, só existe um candidato  á presidência da República: o petista Luiz Inácio Lula da Silva, que vai tentar a reeleição. A Direita pode concorrer com o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, ou com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Mas Tarcísio continua dizendo  que vai disputar a reeleição.

Mas as definições, incluindo outros candidatos, só deverão ocorrer depois das convenções partidárias. Por enquanto, a sucessão presidencial está indefinida, aguardando a indicação dos demais candidatos pelas convenções.

Na mesma situação está a eleição para governadores, sem qualquer definição, principalmente nos dois principais colégios eleitorais: São Paulo e Minas Gerais.

O governador Tarcísio de Freitas, de São Paulo, continua dizendo que é candidato à reeleição. Mas o Centrão quer que ele seja o candidato à sucessão de Lula.

Já em Minas Gerais a situação é mais complicada por falta de uma forte liderança. O presidente Lula, ainda sem palanque no Estado, continua insistindo com o senador Rodrigo Pacheco. O vice-governador Mateus Simões, pouco conhecido, é o candidato do governador Romeu Zema.A incógnita é o ex-governador Aécio Neves, que ainda não declarou que é candidato. É uma velha raposa.


31 de janeiro de 2026

Segundo turno é problema para Lula

 É natural que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteja na frente nas pesquisas como candidato ``a reeleição. Afinal, é o único candidato dos partidos de esquerda, ao contrário da Direita que tem vários pretendentes: Flávio, Tarcisio, Caiado, Zema e Ratinho. Lula, portanto, será o mais votado no primeiro turno.

Mas se a eleição  for decidida no segundo turno - é quase certo - os candidatos da Direita vão se unir e o mais votado receberá o apoio dos demais. Provavelmente, nenhum deles dará apoio ao presidente Lula.

Outro detalhe: os maiores colégios eleitorais do Pais - São Paulo, Minas Gerais , Rio de Janeiro, entre outros - são governados pela oposição.

Lula é majoritário no Nordeste. É realmente forte. Mas não terá a mesma votação da eleição anterior. No Ceará, por exemplo, Ciro Gomes, que faz dura oposição ao atual  governo, está bem situado nas pesquisas como candidato a governador. O presidente tem algumas dificuldades também na Bahia.

No caso de Minas Gerais, Lula está sem palanque eleitoral, a não ser que convença o senador Rodrigo Pacheco a disputar o governo do Estado. Ainda não está acertada uma candidatura em São Paulo. Vai depender muito das articulações partidárias. Por aí se vê que a sucessão presidencial ainda está indefinida.