6 de janeiro de 2026

Brasil no quintal dos Estados Unidos

 Não adianta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva espernear. O Brasil  está no quintal dos Estados Unidos, assim como outros paises da America Latina. Tudo depende dos americanos. Se não seguirem  as regras do governos, sofrem as consequências. 

O melhor exemplo vem da Venezuela, com a destituição e prisão do ditador Maduro. Bastou o governo venezuelano contrariar os interesses dos americanos para o presidente Trump destituir o ditador Maduro, violando assim a soberania daquele Pais.

As reações no mundo inteiro são favoráveis e contra a decisão do governo americano. A direita e a esquerda estão em conflito. Não se entendem. O mundo está realmente conturbado, imprevisível. O que está prevalecendo é o Poder Militar. A democracia fica em plano secundário.Infelizmente.

31 de dezembro de 2025

O eleitor está se informando mais

 O eleitor brasileiro está se informando mais sobre os problemas econômicos e políticos do Pais. Não está  na onda do populismo e de notícias falsas e outras coisas mais.

Procura sempre conferir as informações. Se elas são verdadeiras ou falsas. Não concorda com o discurso do ódio e combate essa briga entre direita e esquerda.  

Por isso mesmo, no momento de instabilidade, está sempre atrás de uma informação mais confiável. Não está fácil. Tem muita coisa manipulada. O que prevalece é a grana, o dinheiro. O eleitor que se dane.

Só que o eleitor está mais consciente. Confere tudo. A eleição de 2026 poderá mostrar o que ele  deseja: um pleito dentro das normas constitucionais e em benefício do povo brasileiro.

Nada de corrupção e com os Três Poderes funcionando harmonicamente. É o que desejamos e  esperamos.


23 de dezembro de 2025

As pesquisas não se casam

 As pesquisas eleitorais não se casam em relação à presidência da Republica e a de  governadores no ano que vem. Casa instituto apresenta um resultado diferente.

Só depois das convenções partidárias, a partir de março do ano que vem, é que as pesquisas vão indicar a preferência do eleitorado.  

No caso da sucessão presidencial, só existe um candidato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que vai tentar a reeleição.

Fala-se no senador Flávio Bolsonaro, que seria o candidato da direita. Mas ele pode desistir para o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

Em relação ao governo de Minas, apenas o vice-governador Mateus  Simões já anunciou que é candidato, com o apoio do governador  Romeu Zema.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está sem palanque no Estado, porque o senador Rodrigo Pacheco ainda não decidiu se será candidato. O PT joga com a possível candidatura do ex-prefeito de BH, Elias Kalil, que é pouco conhecido no interior.

Outro possível candidato é o ex-governador Aécio Neves. No momento, é apenas um  expectador. Em outras palavras: é muito cedo para se falar quem será o futuro presidente da Republica e governador de Minas, porque as pesquisas são se casam.




18 de dezembro de 2025

Rodrigo Pacheco é uma incógnita

 O senador Rodrigo Pacheco votou pela aprovação do projeto da Desimetria, que reduz a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros condenados de 8 de Janeiro pelo  STF. Em outras palavras: Pacheco não está sintonizado com os partidos de esquerda, principalmente o PT, que votaram contra o projeto.

Ainda assim, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva insiste na candidatura de Rodrigo Pacheco ao governo de Minas. Só assim teria um palanque eleitoral no segundo maior colégio eleitoral, que é MG.

Só que o senador mineiro ainda é uma incógnita. Não sabe se terá o apoio do eleitorado conservador que o elegeu senador. Não sabe também qual será o posicionamento do eleitorado da esquerda.

Pacheco tem razão. Ele teve o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro na sua eleição para presidente do Senado. Teve também o aval  do presidente Lula na sua reeleição. A dúvida, portanto, persiste, ou seja. Pacheco não sabe se pode contar com o eleitorado conservador e dos partidos de esquerda.

Ele promete uma definição em março. Até lá, o presidente Lula ficará sem palanque em Minas Gerais.

Direita se une no segundo turno

 Para os diversos partidos da esquerda, a direita, na próxima sucessão presidencial, está dividida, beneficiando assim a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Essa divisão ocorre no primeiro turno, tal é o número de candidatos direitistas: senador Flávio Bolsonaro e os governadores Tarcisio de Freitas, Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Ratinho Junior.

Mas se a eleição for decidida no segundo turno, é outra historia. Os candidatos da direita vão se unir e apoiar o que estiver em melhores condições eleitorais. Lula, que é o favorito no primeiro turno, corre o risco  no segundo turno com a unidade da direita. Em política, tudo é possível.

Mas tudo vai depender das articulações políticas. Lula, no Nordeste, é muito forte. No Sul, no entanto, o seu desempenho não é dos melhores. Depende muito das composições políticas. A esquerda e a direita, isoladamente, não têm condições de eleger o presidente da República.  Precisam de apoio de outros partidos, principalmente do Centrão.

Neste momento, há um certo equilíbrio. Vai depender muito do desempenho da economia na data da eleição.

LEI MAGNITSKY

Os Estados Unidos retirou o ministro Alexandre de Moraes e sua esposa da lista de sanções da Lei Magnitsky. Mas não fez qualquer anuncio da decisão. Deve ter havido algum acordo entre os presidentes Donald Trump  e Luiz Inácio Lula da Silva.

9 de dezembro de 2025

Minas sem candidato

 Minas sempre foi importante no senário político nacional. Era  ouvida. Agora, não. Mais por falta de liderança. 

Ainda não sabemos quem será candidato a governador. O único que aparece é o vice-governador Matheus Simões, apoiado pelo governador Romeu Zema. Mas é pouco conhecido.

Outros nomes: senador Rodrigo Pacheco, Aécio Neves, Elias Kalil, entre outros. Mas Pacheco dificilmente será candidato. Vai decidir em março. O presidente Lula gostaria que ele entrasse na disputa. Mas o seu desejo era o STF. Não deu. Lula indicou  Jorge Messias, que está empacado no Senado.

O PT pensou também na prefeita de Contagem, Marilia Campos, que dificilmente aceitaria por ser conhecida apenas no seu município. Sobrou o ex-prefeito de Belo Horizonte,  Elias Kalil, que pode aceitar. Ele  já foi sondado pela cúpula do PT. . Mas é fraco no interior.

O ministro Alexandre da Silveira, de Minas e Energia, não deve ser desprezado. Está agarrado no presidente Lula.

Aécio Neves, que já foi governador, é apenas um expectador.

Novos nomes vão surgir. O difícil é encontrar um candidato que tenha liderança e seja aceito pela sociedade.

7 de dezembro de 2025

Técnico da improvisação

Jorge Sampaoli, do Atlético Mineiro, é um técnico da improvisação. Em quase todas as partidas, não repete a mesma equipe. Improvisa, contrariando o pensamento majoritário de que futebol é conjunto, o que não acontece com o Galo.

Ter um jogador estrela, que decide, é importante, desde que jogue para a equipe. Não é o caso do Atlético, que teve um desempenho pífio no Campeonato Brasileiro. O melhor exemplo é o Mirassol, sem estrelas, foi a sensação do campeonato porque tem conjunto. Todos jogam para o time.

Não sabemos se Sampaoli vai continuar dirigindo a equipe em 2026. Se continuar não pode continuar com a improvisação deste ano. Precisa mudar.

Os dirigentes do Galo precisam também conversar mais, em respeito ao seu torcedor. Não pode ficar preso a gabinetes fechados.

Nós, jornalistas, não podemos incluir na  escalação da equipe de determinado jogador depois que a partida terminar. Assim, o comentário fica fácil. Mas é uma minoria que age assim, pensando obviamente em seus clubes, ou é um apaixonado pela sua equipe. 

Faço esse pequeno comentário de abafo como atleticano e não como jornalista, mesmo depois da goleada de 5 a 0 sobre o Vasco. Ainda assim houve protestos.









6 de dezembro de 2025

Sucessão familiar

 Se o senador Flávio Bolsonaro for confirmado como candidato à presidência da República, é uma sucessão familiar já que a indicação foi feita pelo seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

É uma indicação de risco, já que o senador é mais conhecido pela sua rejeição. A sua possível indicação só será decidida no ano que vem, provavelmente, em fevereiro. Até lá muita coisa poderá ocorrer.

Qualquer que seja o candidato da direita (senador Flávio Bolsonaro ou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, é considerado favorito. Seria o mais votado no primeiro turno.

Resta saber se ele ganharia a eleição no segundo turno. A direita, qualquer que seja o candidato, vai unida e é uma ameaça ao atual presidente.

Nenhum candidato, da direita ou da esquerda, isoladamente, teria condições de eleger um presidente da Republica. Vai depender muito do Centrão. Consequentemente, a eleição presidencial vai continuar indefinida até a data  das convenções.

5 de dezembro de 2025

Lula joga tudo em Messias

 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva joga pesado para conseguir votos no Senado para aprovação de Jorge Messias ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal.

A estratégia programática do presidente é liberar as emendas parlamentares, cargos nos ministérios e muita coisa mais, beneficiando principalmente o grupo de senadores ligados ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que defendia o nome do senador Rodrigo Pacheco para a vaga de Roberto  Barroso.

É possível que o presidente esteja certo, porque em política o que prevalece é o pragmatismo. Ninguém quer ficar longe do Poder. Mas quem perde é a sociedade que gostaria de ter um STF independente e sem qualquer influência política.

Infelizmente, o STF está se transformando num colegiado político num País polarizado, o que não é bom para o País. 

Com o presidente do Senado suspendendo a reunião do dia 10, só depois do recesso parlamentar, no ano que vem , é que Jorge Messias será sabatinado pelos senadores. A crise entre Davi Alcolumbre e o presidente Lula ainda não foi solucionada.

A crise agora é com o Supremo Tribunal Federal por causa da decisão monocrática do ministro Gilmar Mendes determinando que a iniciativa de impechement contra ministro do STF é da Procuradoria Geral da Republica.

Pela legislação atual, qualquer cidadão brasileiro pode pedir o afastamento de ministro do STF, mas o ministro Gilmar Mendes defende a constitucionalidade de sua iniciativa. Ela pode ser até constitucional, mas é casuística e imoral.

23 de novembro de 2025

Na prisão, Bolsonaro perde ou ganha votos?

 Para alguns colunistas favoráveis ao presidente Lula, o bolsonarismo perde força com a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. É possível que sim, porque o ex-presidente está impedido de fazer política, até mesmo de conversar com algumas lideranças que o apoiam.

Mas é possível também que o ex-presidente ganhe votos, já que o seu julgamento está sendo muito contestado pelos seus aliados. Não é à toa que auxiliares do presidente Lula estão evitando falar sobre a prisão do ex-presidente.

Infelizmente, a polarização tomou conta do debate político. O País está dividido e isto não é bom para a democracia.

A previsão é de muita incerteza sobre o que poderá ocorrer com a sucessão presidencial do ano que vem. O presidente Lula já anunciou que é candidato à reeleição, enquanto a direita ainda não definiu. É possível que seja o governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas. Mas a definição fica para o principio do ano que vem. Até lá, muita coisa poderá ocorrer.