21 de maio de 2019

Bolsonaro vai endurecer

A impressão dominante hoje é de que o presidente Jair Bolsonaro vai endurecer para aprovar a reforma da Previdência. Ele declarou que um dos problemas do Pais é a classe política. Depois amenizou um pouco, dizendo que a decisão final será do Congresso Nacional em relação à reforma da Previdência.

Bolsonaro tem um pouco de razão. O obstáculo à aprovação da reforma da Previdência é o Congresso Nacional. Tem parlamentar que no discurso é favorável à proposta do governo. Mas nos bastidores esta contra.

O próprio presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, tem contribuindo para o retardamento  da aprovação do projeto. Ele culpa a articulação política do governo.

Mas para aprovar o projeto, o presidente Jair Bolsonaro terá que conversar mais e ouvir mais. Se sentir que não dá para aprovar o projeto, a impressão dominante é de que ele vai endurecer o jogo, principalmente com os parlamentares do chamado Centrão. É só esperar.

20 de maio de 2019

Política é a arte de transigir


Um experiente político dizia sempre que a politica é a arte de transigir. Quem não transige, efetivamente, não é político. Radicaliza nos seus conceitos de governar.

O melhor exemplo é  presidente Jair Bolsonaro. Ele não transige até nas pequenas coisas. Com isso,  radicaliza o processo político e perde apoio político para a realização das reformas prometidas durante a campanha eleitoral.

Está na hora, portanto, de o presidente Jair Bolsonaro mudar a sua postura de governador. Precisa dialogar mais, até mesmo com a oposição.

Mas parece que o presidente não está disposto a mudar o seu comportamento. Prefere decidir ouvindo os seus filhos. Dentro desse quadro, o Pais continua sem rumo por falta de diálogo e de entendimento. Não pode ser um governo apenas de família. Tem de ser um governo para todos os brasileiros.

17 de maio de 2019

A crise vai se agravando

A greve dos universitários em todo o Pais mostra o tamanho da crise brasileira. O presidente Jair Bolsonaro contribuiu também para o acirramento do movimento grevista ao criticar  as manifestações ocorridas em todas as capitais do País.

Lamentavelmente, o governo está sem rumo e desarticulado no Congresso Nacional. Isto ficou demonstrado na aprovação do requerimento de convocação do ministro da Educação.

Para complicar ainda mais o quadro político nacional, o filho do presidente, Carlos Bossonaro, está dizendo que o Centrão e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, desejam o impeachement do presidente Jair Bolsonaro.

Ainda nos Estados Unidos, o presidente Jair Bolsonaro disse que a quebra de sigilo bancário do seu filho, senador Flávio Bolsonaro, por solicitação do Ministério Público, tem por objetivo atingir o seu governo.

Com isso, a radicalização política continua avançando. Um decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro dá poderes ao secretário de Governo, general Santos Cruz, de avalizar  nomeações de reitores das universidades federais, de embaixadores e de cargos de confiança, o que significa poder de veto.

Enquanto isso, a reforma da Previdência não anda no Legislativo por falta de articulação política do governo. Já se fala na apresentação de uma proposta alternativa. Além disso, a maioria dos congressistas, provavelmente, é contra a reforma.

13 de maio de 2019

Bolsonaro só convive com as críticas

Toda medida anunciada pelo governo é duramente criticada pela oposição e até mesmo por parlamentares que participam da base do Executivo. A grande mídia também tem contribuido para o desgaste do governo.
As maiores dificuldades estão na área do Congresso Nacional. Toda medida do governo que depende de aprovação do Legislativo não tem uma tramitação normal. Não anda ou é obstruida.

A reforma da Previdência é uma delas. O governo teve que ceder em alguns pontos para a proposta andar um pouco. Mas ela ainda corre risco.

A Medida Provisória que proibe a contribuição sindical pode perder a sua validade se ela não for aprovada dentro do prazo estabelecido. E o esquema é perder o prazo.

Existem outras propostas do Executivo que estão paradas no Legislativo.A impressão que se tem é que o Congresso Nacional é o maior obstáculo para aprovação das reformas.

O governo também tem responsabilidade. Não está bem articulado e ainda não tem os 308 para aprovar a reforma da Previdência.

4 de maio de 2019

Bolsonaro e Maia continuam em conflito


O presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara Rodrigo Maia continuam em conflito. Na semana passada os dois se encontram, dando a impressão de uma possível aproximação para aprovar a reforma da Previdência.

Mas Rodrigo Maia, por vaidade e por não ter sido apoiado pelo presidente Bolsonaro para presidir a Câmara dos Deputados, age nos bastidores para inviabilizar qualquer proposta do Planalto.

Maia teve a mesma postura no governo de Michel Temer ao inviabilizar a aprovação da reforma da Previdência. Portanto, voltamos a repetir: a reforma da Previdência corre risco.

Está faltando também ao presidente Jair Bolsonaro uma melhor articulação política perante os parlamentares. Está falando demais, anunciando medidas que ainda dependem de aprovação do Congresso Nacional.

Ninguém tem dúvida de que está longe uma possível aproximação entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara Rodrigo Maia, o que não é bom para o País. Maia tem criticando a maioiria das propostas do governo.

30 de abril de 2019

O vice é um conspirador permanente

Já foi dito neste espaço, há mais tempo, que o vice é um conspirador permanente contra o titular do cargo.  Mas há exceção.

Marco Maciel, como vice do presidente Fernando Henrique Cardoso, jamais conspirou.. Foi leal ao titular do cargo. José de Alencar, como vice do Lula, também se comportou corretamente.

Itamar Franco, como vice de Fernando Collor, contribuiu pelo afastamento do titular do cargo e acabou assumindo a presidência da República.

João Figueredo teve problemas com o seu vice Aureliano Chaves. O caso mais recente ocorreu no governo de Dilma Rousseff. O seu vice, Michel Temer, trabalhou intensamente pelo afastamento da presidente e conseguiu o seu objetivo. Assumiu o governo e agora enfrenta problemas com a Justiça.


 Poderiamos citar outros casos, principalmente no âmbito do Estado e dos municípios brasileiros.

Mas o que está agora chamando atenção é o vice do presidente Jair Bolsonaro, general Hamilcar Mourão., que na opinião de alguns analistas, estaria conspirando contra o titular. A capa da revista Veja desta semana dá grande destaque a uma possível crise entre o o presidente o seu vice.

Há quem diga mesmo que o general Mourão quer a derrubada do presidente para assumir o cargo. Não acreditamos que isto esteja ocorrendo. Mas é bom lembrar que o vice, com raras exceções, é um conspirador permanente contra o titular. Foi sempre assim.

REFORMA

A Assembleia Legislativa aprovou a pífia reforma administrativa do governo de Romeu Zema.
O governador teve que ceder. Não é uma reforma de impacto. Deixa muito a desejar.
No plano federal, a reforma da Previdência ainda vai demorar a ser aprovada pela Comissão Especial antes de ir a plenário. O governo ainda não tem os 308votos para aprová-la em plenário.

22 de abril de 2019

Relator insiste em investigar

A crise ainda  está dentro do Supremo Tribunal Federal com a decisão do ministro Alexandre Moraes de impor censura à revista  digital "Crusoé" e ao site O Antagonista, determinando a retirada da reportagem que menciona o nome do presidente so STF, Dias Toffoli. Por pressão, o relator acabou revogando a sua decisão.

O inquérito para apurar possíveis notícias faltas contra a Corte e contra alguns de seus ministros foi determinado pelo presidente Dias Toffoli, que designou Alexandre Moraes como relator.

A procuradora-geral da República, Raquel  Dodge, no entanto, pediu o arquivamento do inquérito, que não foi aceito pelo ministro Alexandre Moraes, gerando assim uma grave crise institucional.

Para alguns especialistas, quem julga não pode investigar, e vice-versa. O assunto foi continuar rendendo, porque o relator insiste em investigar.
O Senado está em pé de guerra, com vários pedidos de CPI para apurar  possíveis abusos do Judiciário.´É realmente uma crise institucional, envolvendo praticamente todos os Poderes.

REFORMA

A oposição e os partidos do Centrão continuam obstruindo a reforma da Previdência, o que significa inviabilizar a proposta do governo. A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados volta a se reunir nesta terça-feira para discutir a constitucionalidade do projeto. Ninguém tem dúvida de que o governo terá que ceder para aprovar o projeto.

16 de abril de 2019

Protelar é inviabilizar a reforma

Não é apenas a falta de uma eficiente articulação política do governo que está impedindo o avanço da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados. É também o interesse fisiológico dos parlamentares.

Na Comissão de Constituição e Justiça, a oposição, com o apoio dos partidos do centrão, conseguiu inverter a pauta de votação do projeto da reforma da Previdência, dando prioridade a emenda constitucional que obriga o governo federal a executar todos os investimentos previstos no Orçamento e pagar as emendas parlamentares.

Puro fisiologismo. Com isso, a reforma da Previdência fica em plano secundário. A estratégia é protelar a sua votação, o que significa inviabiliza a sua aprovação.

Alguns parlamentares, no discurso, defendem a reforma da Previdência, mas os bastidores têm uma postura diferente. É o caso do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, que foi acusado pelo líder da bancada do PSL de ser o primeiro ministro e ser palpiteiro de plantão. É simplesmente lamentável.

14 de abril de 2019

A reforma pode se transformar num remendo

A reforma da Previdência pode se transformar num remendo, descaracterizada, tal é a resistência à proposta do governo por parte dos congressistas. A estratégia é protelar a votação do projeto, desgastando ainda mais o governo.

Além disso, o governo ainda não tem a maioria de 308 votos para aprovar o projeto, mais por falta de uma eficiente articulação política.

Tem parlamentar da base do governo que no discurso é favorável à reforma, mas os bastidores tem outra postura, ou melhor, é contra. É o caso do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, que no governo de Michel Temer inviabilizou a aprovação da reforma da Previdência.

Agora, o presidente da Câmara dos Deputados afirma que é favorável à reforma, provavelmente pressionado pelo seu padrinho político, o ministro Paulo Gudes. Mas Rodrigo Maia diz que a responsabilidade pelos votos é do governo.Quer dizer:não vai se empenhar para aprovação do projeto.

Há resistência também por parte da Magistratura, Ministério Público e outras classes que não admitem perder seus privilégios. Vai ser difícil, portanto, aprovar a reforma, que poderá se transformar num grande remendo constitucional.

10 de abril de 2019

Avaliação do governo Bolsonaro

Em apenas 100 dias de governo, é difícil avaliar o desempenho  positivo ou negativo do presidente Jair Bolsonaro. Ele assumiu o governo em grave crise financeira, ou melhor, com o Pais quebrado

A pesquisa do Datafolha mostra que em relação aos presidentes eleitos democraticamente depois da Revolução de 1964, Jair Bolsonaro teve o pior desempenho..Apenas 32% consideram o seu governo ótimo ou bom, enquanto 30 por cento avaliam como ruim ou péssimo.

Mas a mesma pesquisa revela que 59% acreditam que Bolsonaro fará uma gestão ótima ou boa.

Por aí se vê que o enfoque da pesquisa dado pela mídia nacional é negativa para o governo de Jair Bosonaro. Não pensamos dessa maneira. Infelizmente,está havendo muio exagero de ambos os lados quando se trata do desempenho do atual governo. O que está em jogo são interesses ocultos, que a opinião pública não tem conhecimento.


BOLSONARO X MAIA

Ainda não é bom o relacionamento entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, o que pode dificultar a aprovação da reforma da Previdência. É quase certo que a proposta original do Executivo será alterada pelos parlamentares.




6 de abril de 2019

A reforma e a política externa brasileira

O presidente Jair Bolsonaro retornou de sua viagem a Israel. Alguns analistas apressados estão dizendo que a política externa do Brasil é ideológica. Está dando uma guinada para a direita.

Na nossa avaliação, não é bem assim. O Brasil precisa de parceiros que possam contribuir para o nosso desenvolvimento. Israel é um deles.

Bolsonaro já esteve nos Estados Unidos, que é outro Pais em condições de contribuir para o nosso desenvolvimento.

Bolsonaro pretende também visitar a China, que é outro parceiro e importa muitos produtos brasileiros.

Não adianta visitar um Pais sem condições de nos ajudar. A Venezuela é o melhor exemplo, já que aquele Pais se encontra em grave crise política e com uma inflação incontrolável.

Não podemos ficar preso à ideologia.Precisamos ,sim, de parceiros que possam ajudar o nosso Pais. Não importa que seja da direita ou da esquerda.



28 de março de 2019

Estamos caminhando para o impasse

A recusa do ministro Paulo Guedes de comparecer à Comissão de Justiça da Câmara dos Deputados e a aprovação da emenda constitucional obrigando o governo a cumprir rigorosamente as emendas parlamentares expressas no Orçamento agravam ainda mais a crise política, envolvendo o Executivo, o Legislativo e o Judiciário.

A PEC, na realidade, tira poderes do Executivo para remanejar verbas.É uma PEC impositiva no cumprimento do orçamento aprovado pelo Congresso Nacional.

Se não aparecer um bombeiro com credibilidade para apagar o incêndio, fatalmente, vamos caminhar para um impasse. Nesta hora de crise, é preciso que as partes envolvidas passem a conversar mais para que o Pais volte à normalidade.

A crise política vai acabar inviabilizando a aprovação da reforma da Previdência, o que seria um desastre para o acerto das contas públicas. A classe política precisa pensar mais no País.

O agravamento da crise política - voltamos a repetir,  pode levar o Pais para o impasse. Bolsonaro e Maia agora querem uma trégua. Mas a ferida dificilmente será cicatrizada.

26 de março de 2019

Rodrigo Maia continua sendo problema

Já foi dito neste espaço - nos dias l, 6 e12 deste mês - que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, é problema para o governo aprovar a reforma da Previdência.

No discurso, Rodrigo Maia diz que é favorável ao projeto, mas nos bastidores, dentro do regimento da Câmara, trava a proposta.

Ele teve essa mesma postura no governo de Michel Temer, o que inviabilizou a aprovação da reforma.

Logo que o presidente Jair Bolsonaro encaminhou o projeto à Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia anunciou que a reforma só andaria depois que chegasse à Câmara a dos  militares. Agora, fala em deixar a articulação da reforma pelo fato de estar atritado com o filho de Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro.

A entrevista do presidente Bolsonaro e do presidente da Câmara azedou ainda mais o relacionamento entre os dois.

Mas não há nenhuma surpresa no comportamento do deputado Rodrigo Maia. Ele não era o candidato de Bolsonaro à reeleição. O seu padrinho foi o ministro Paulo Gudes, mas que não é do ramo do setor político. Só ele, Paulo Guedes,pode convencer Rodrigo Maia a viabilizar a aprovação da reforma da Previdência.

E tem deputado aliado acreditando que Rodrigo Maia é importante para aprovar a reforma da Previdência.



19 de março de 2019

STF está na berlinda

A decisão do Supremo Tribunal Federal determinando que os crimes de caixa 2 sejam transferidos para Justiça Eleitoral está provocando muita controvérsia na área jurídica e política, mesmo porque não há unanimidade na Côrte sobre o assunto. Foi uma decisão pelo voto minerva do presidente do STF, Dias Toffoli.

Há quem diga mesmo que ,com essa decisão ,o STF põe um freio  no combate á corrupção, além de anular algumas condenações com base no caixa 2.

Os procuradores estão bufando, colocando o STF na berlinda, o que pode significar uma crise sem precedentes entre a Procuradoria Geral da República e o Supremo Tribunal Federal. Não é bom para o País
Em várias cidades brasileiras, houve manifestações  populares de protestos contra o Supremo Tribunal Federal, principalmente contra os ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes..


12 de março de 2019

Querem atropelar a reforma da Previdência

O governo terá muitas dificuldades para aprovar a reforma da Previdência pelo Congresso Nacional. Ela poderá ser atropelada pelos parlamentares que não querem perder os seus privilégios, tendo como principal articulador, ao que parece, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.

Já se sabe, por exemplo, que o projeto só será apreciado pela Comissão de Constituição e Justiça depois que o governo encaminhar ao Legislativo a reforma dos militares. Com isso, a tramitação da atual proposta fica burocratizada. Não anda. Rodrigo Maia, regimentalmente, teria condições de apressar a votaçãoda reforma.

Adotou a mesma postura no governo de Michel Telmer. Foi ele, sem dúvida, que inviabilizou a aprovação da reforma. Quem perde com isso é o País. Infelizmente.

6 de março de 2019

Reforma da Previdência corre risco

Acabou o Carnaval. Agora é trabalhar e o assunto principal é a reforma previdenciária.
Com a possibilidade de o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, travar o projeto, o governo corre o risco de não conseguir aprovar a sua proposta. Já admite ceder em alguns pontos.

No discurso, Rodrigo Maia defende a reforma, mas nos bastidores cria dificuldades para o governo, burocratizando a tramitação do projeto. Não há nenhuma surpresa nisso, porque Maia teve a mesma postura no governo de Michel Temer. Foi ele, sem dúvida, que inviabilizou a aprovação da reforma.

O presidente Jair Bolsonaro precisa organizar melhor a sua base de sustentação política no Congresso Nacional para aprovar a reforma previdenciária. Ela não pode ser descaracterizada em seu conteúdo.Não vai ser fácil, porque o pragmatismo parlamentar, provavelmente, vai prevalecer. Infelizmente.

Aqui em Minas, o governador Romeu Zema ainda está um pouco perdido. A insatisfação parlamentar é muito grande em relação a seu governo.

1 de março de 2019

Rodrigo Maia pode travar a reforma

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, pode travar a reforma da Previdência, a exemplo  do que ocorreu no governo de Michel Temer.

Ele tem declarado ser favorável à reforma previdenciária. Mas é só no discurso. Nos bastidores, ele cria dificuldades para o governo. Ele teve essa postura no governo de Michel Temer.

Rodrigo Maia foi reeleito presidente da Câmara com o apoio da base do governo. Mas agora ele não precisa mais do governo. Por esta razão, passa a agir sem obediência ao presidente Jair Bolsonaro.

Há quem diga que o todo poderoso ministro Paulo Gudes foi o defensor da reeleição de Maia. Cabe a ele, portanto, convencer Maia a viabilizar a aprovação da reforma da Previdência, que é necessária para o País.

Rodrigo Maia não era o candidato preferido do presidente Jair Bolsonaro. Está explicada, portanto, a postura do presidente Rodrigo Maia em relação à reforma da Previdência.

20 de fevereiro de 2019

Reforma da Previdência afasta o governo da crise

A reforma da Previdência, encaminhada pelo governo ao Congresso Nacional, afastou, pelo menos provisoriamente, a crise do Planalto, envolvendo a demissão do ministro Babianno da Secretaria-Geral da Presidência da Repúblical.

Pouco se falaou sobre Balbianno. O foco mesmo foi a reforma da Previdência, que mexe com todo mundo.

Resta saber se o governo terá os 308 votos para aprovar a sua proposta, por se tratar de reforma constitucional..

Por enquanto, o governo ainda não tem os 308 votos, porque a sua base de sustentação política está muito fragilizada. O governo - ninguém tem dúvida - terá de negociar para aprovar a reforma da Previdência.

Mas ninguém sabe quem seria esse negociador em nome do governo por falta de um articulador político. O quadro, portanto, ainda é muito nebuloso A crise neste momento está congelada pelo envio da reforma da Previdência ao Congresso Nacional.

19 de fevereiro de 2019

Vice é um conspirador permanente

O vice, de um modo geral, sempre foi um conspirador permanente  contra o titular do cargo eletivo: presidente da República, governadores e prefeitos. Derrubando o titular, o vice assume o cargo.

Mas nem todo vice pode ser considerado um conspirador. Marco Maciel, como vice do presidente Fernando Henrique Cardoso, é um deles. Teve uma postura discreta e de muita lealdade com FHC.

Como vice do então presidente Luis Inácio Lula da Silva, José Alencar foi outro que agiu com muita lealdade ao titular do cargo.

Aureliano Chaves teve alguns atritos com o presidente João Figueiredo, mas não a ponto de derrubá-lo da chefia do governo.

Itamar Franco torceu pela queda do presidente Fernando Collor, que acabou caindo através de um impeachment. Itamar assumiu o governo

Michel Temer era o vice da presidente Dilma Rousseff. Rompeu com ela e contribuiu pelo seu afastamento e assumiu o governo.

Agora, fala-se que estaria havendo atritos de relacionamento  entre o presidente Jair Bolsonaro e o seu vice Hamilton Mourão, que é general da reserva.

O que se observa é que Mourão não quer ser um vice decorativo. Quer participar ativadamente das decisões de governo. Mas neste momento, não dá sinais de que estaria conspirando contra o presidente Jair Bolsonaro. .

Nos estados e municípios há casos de afastamento de governadores e prefeitos provocado pelos seus respectivos vices..

Em política, tudo é possível quando está em jogo o Poder.

16 de fevereiro de 2019

Bebianno é o primeiro a cair

A crise envolvendo o ministro Gustavo Bebianno e o filho do presidente Jair Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, terminou com a demissão de Bebianno como chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República.
. Entre o ministro Bebianno e Carlos Bolsonaro, o presidente ficou  com o filho. Não foi a melhor  solução. O correto seria decidir com base na verdade. Uma denuncia que não foi apurada devidamente não pode gerar uma crise.

E neste momento, ninguém sabe com quem está a razão: o ministro Gustavo Bebianno ou Carlos Bolsonaro. E tudo por causa de uma denuncia sobre candidaturas laranjas envolvendo Bebianno.

O ministro Gustavo Bebianno é o primeiro a cair no governo do presidente Jair Bolsonaro.

13 de fevereiro de 2019

É muita tragédia

O País vive momentos de tragédias. É só consultar os noticiários da mídia, Começou pelo Ceará, com atos de vandalismos, obrigando o governo federal a mandar tropas federais para aquele Estado.

O rompimento da barragem de Brumadinho chocou o Pais, com mais de 165 mortes e muita gente ainda soterrada.

A morte de 10 garotos da base do Flamengo por causa do incêndio foi outra tragédia que tomou conta da mídia.

Agora, mais uma tragédia: a queda de uma aeronave, mantando o jornalista Ricardo Boechat, que era uma referência do jornalismo brasileiro, assim como foi Carlos Castelo Branco, do Jornal do Brasil, Carlos Lacerda, da Tribuna de Imprensa, entre outros..

Temos ainda um presidente da República hospitalizado em decorrência de uma cirurgia provocada pela facada recebida em Juiz de Fora. Foi mais um ato de terrorismo, conforme admitiu a vítima, o presidente Jair Bolsonaro.

É difícil analisar tudo que está ocorrendo no Pais em termos de tragédias. Nem os analistas estão preparado para isso.

10 de fevereiro de 2019

Zema só fala em reduzir despesas

O governador Romeu Zema anunciou que vai leiloar 2.000 carros oficiais que estão parados. Pretende também vender algumas aeronaves.O objetivo é reduzir despesas. Está certo.

Mas é preciso adotar outras medidas de austeridade. A reforma administrativa que está propondo e se encontra na Assembleia Legislativa é tímida. Deveria ser ampla, com a reestruturação dos cargos públicos, a exemplo que ocorreu com a lei 3.214, de 16 de outubro de 1964, no governo de Magalhães Pinto.

Zema ainda não adotou nenhuma medida para acabar com os privilégiose com o corporativismo. É preciso também conversar com a cúpula do Judiciário e do Ministério Público para que essas instituições adotem medidas de austeridade para reduzir despesas.

Mas não vai ser fácil, porque toda reforma provoca reação e vai depender também da Assembleia Legislativa. E o governo ainda não tem uma ampla maioria para aprovar as suas propostas no Legislativo.

Terá dificuldades administrativas também por causa do atraso do pagamento do funcionalismo, que está recebendo seus salários parceladamente. Com esse atraso, á maquina não funciona.

5 de fevereiro de 2019

CPI da barragem de Brumadinho

Só se fala na criação de uma  CPI como se ela fosse capaz de devolver em vida as pessoas que morreram pelo rompimento da barragem de Brumadinho.

Nada disso. É muita exploração política, porque quase toda CPI é formada para protelar ou inviabilizar a solução do problema.

É fácil identificar os responsáveis pela tragédia.O  governo que não fiscalizou, a  empresa que se omitiu e aqueles que atestaram a segurança da barragem.

A criação de uma CPI vai provocar apenas um debate sem maiores consequências práticas. O melhor exemplo foi o rompimento da barragem de Mariana,que até hoje ninguém foi punido pela morte de 19 pessoas..

Só se espera que o caso de Brumadinho seja apurado e os responsáveis sejam punidos exemplarmente pelo morte de mais de uma centena de pessoas.

2 de fevereiro de 2019

Vitória do governo no Senado

Numa eleição muito tumultuada e que começou ontem e só terminou à noite deste sábado, Davi
Alcolumbre, do DEM, foi eleito por 42 votos para presidir o Senado.

Não deixa de ser uma vitoria do governo, já que o objetivo da base do presidente Jair Bolsonaro era derrotar o peemedebista Renan Calheiros.

Percebendo que seria derrotado, Renan, na segunda votação, foi a tribuna para anunciar que não seria mais candidato. A partir dai, ninguém tinha mais dúvida de que o senador do Amapá, Davi Alcolumbre,   seria eleito presidente.

Na sexta-feira, a maioria dos senadores decidiu que a votação seria aberta e não secreta. Os partidários de Renen entraram com um recurso e o presidente do STF determinou que a votação fosse secreta.

Só que um grande numero de senadores não tomou conhecimento da decisão do STF e decidiu declarar o seu voto, o que foi fatal para o senador Renan Calheiros se afastar da disputa.

O novo presidente do Senado em investigado em dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal.

Na Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, do DEM , foi reeleito presidente. Não foi vitoria  nem derrota do governo. Mas Rodrigo Maia não tinha a simpatia do Planalto. Ele, no entanto, está prometendo ajudar na aprovação das reformas.

O cenário é de irracionalidade

É difícil fazer qualquer análise sobre a situação  do Pais dentro de um cenário de irracionalidade. Não dá mesmo. Ninguém se entende, até mesmo dentro do próprio governo.

O que se observa neste momento é a fragilidade do governo na aprovação das reformas pelo Congresso Nacional.

O governo ainda não tem uma base de sustentação política para viabilizar as suas propostas. Com isso, as dificuldades e a descrença vão aumentando.

Com o reinicio dos trabalhos do Congresso Nacional, a tendência agora é uma radicalização política  mais forte entre o governo e a oposição, o que significa mais dificuldade para aprovar a principal reforma, que é a da Previdência.

O rompimento da barragem de Brumadinho, com muitos mortos e muita gente ainda debaixo da lama, terá reflexos negativos na imagem da empresa e do próprio governo. Já se fala em CPI como se ela fosse devolver em vida as pessoas mortas. É realmente, um cenário de irracionalidade.

SENADO

Ficou para este sábado a eleição para presidente do Senado. Renan Calheiros insiste em ser candidato, apesar de sofrer muitas resistências. O plenário decidiu que a votação seria aberta.Mas o presidente do Supremo Tribunal Federal, no entanto, decidiu que a eleição deverá ser secreta. Vitoria de Renan significa derrota para o governo.
Na Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, do DEM, foi reeleito presidente. Não foi vitoria nem derrota para o governo, no caso da reeleição de Maia. Ele nunca foi candidato do governo..

31 de janeiro de 2019

A previsão é de muita radicalização

A tensão vai aumentar com o fim do recesso parlamentar e o consequente reinicio dos trabalhos do Congresso Nacional a partir do dia primeiro,  segunda-feira. A tragédia provocada pela barragem de Brumadinho, o caso do senador Flávio Bolsonaro, a reforma da previdência, entre outros assuntos, serão a tônica dos debates que serão travados pelos representantes do governo e da oposição na Câmara dos Deputados e Senado.

A previsão é de muita radicalização, porque algumas lideranças políticas e empresariais não se conformam com o fim dos privilégios. O PT, que é competente para fazer oposição mas fracassou como governo, promete incomodar o presidente Jair Bolsonaro.

Os Estados também estão em crise e sem dinheiro para pagar os seus servidores. O governador Romeu Zema anunciou em 11 vezes o parcelamento do 13 salário.

Ceará é o Estado em pior situação, por causa dos atos de vandalismo. Não vai ser fácil, portanto, resolver todos esses problemas. O presidente Jair Bolsonaro ainda tem o apoio popular para promover o que prometeu durante a campanha eleitoral  Vamos aguardar.

MESA DA ASSEMBLEIA

Está praticamente formada a Mesa da Assembleia Legislativa a ser eleita nesta  sexta-feira.. O presidente será o deputado Agostinho Patrus, do PV, ficando a primeira vice-presidência com o deputado tucano Antônio Carlos Arantes.

A segunda-vice presidência será ocupada pelo deputado petista Cristiano Silveira. Depois da presidência, o cargo mais importante é de primeiro secretário e deverá ser ocupado pelo deputado Tadeuzinho, do MDB.Além Santiago, do PTB, deverá também participar da Mesa, o mesmo deverá ocorrer com o deputado Alencar da Silveira, do PDT..

O PT perde a primeira secretaria mas terá uma importante comissão, provavelmente, a de Educação, além de ocupar a segunda vice-presidência.

19 de janeiro de 2019

Novo hospital representa mais saúde

A inauguração do novo hospital do Mater Dei em Contagem-Betim representa mais saúde para uma população carente de assistência médico-hospitalar. A nova unidade tem um pronto-socorro, consultas para cirurgia bariátrica e plastica, reprodução humana e mastologia, laboratórios de análises, maternidade e tudo que é indispensável num hospital moderno.

O empreendimento tem um investimento de R$ 260 milhões e vai gerar, nessa primeira fase, 500 empregos diretos. Segundo o presidente da rede Mater Dei, Henrique Salvador, serão atendidos 20 planos de saúde, além de pacientes particulares da região,  do Sul , Oeste e Triângulo Mineiro.

Foi uma solenidade muito prestigiada e teve a presença do governador Romeu Zema e dos prefeitos de Belo Horizonte, Betim e Contagem. Todos exaltaram  o grande empreendedor, José Salvador, que é o presidente do Conselho da rede Mater Dei. Só ele mesmo, com seu idealismo e otimismo,  seria capaz de realizar essa grande obra. É um exemplo de empreendedor.

18 de janeiro de 2019

Servidor desmotivado é problema para o governador

Com o parcelamento e salário atrasado  do servidor, o governador Romeu Zema corre o risco de não ter o apoio  da classe para promover as mudanças no serviço público estadual.

Desmotivado e angustiado, o servidor perde o entusiasmo na sua rotina diária de trabalho. Os papeis não andam, aumentando assim a burocracia. Nessa situação, há quem diga mesmo que a estrutura burocrática é a maior adversária do governante.

No início do governo de Magalhães Pinto, em 1960, no seu contra-cheque de pagamento, ele aparecia como chefe de serviço e não como governador.

E a razão era uma só: a proposta de reforma administrativa, que acabou sendo concretizada através da lei 3.214, de 16 de outubro de 1964.

O servidor temia perder direitos e outras coisas mais. Mas antes de iniciar o processo de mudanças, o então governador Magalhães Pinto colocou o pagamento do servidor em dia ( o atraso em alguns casos era de seis meses). A partir dai, o servidor passou a ter confiança no governador. E Minas mudou, graças a adesão dos servidores. Os papeis começaram a andar e a burocracia diminuiu bastante.

Por isso mesmo, entendemos que o governador Romeu Zema deveria priorizar o pagamento do servidor. Sem o parcelamento e com o pagamento em dia, o governador fica mais fortalecido para promover as mudanças no serviço público estadual.

Infelizmente, o governador continua dizendo que ainda não tem data para acabar com o parcelamento e normalizar o pagamento.

13 de janeiro de 2019

Zema deveria se inspirar em Magalhãesl

A Constituição estabelece expressamente que todos nós somos iguais perante a lei. Mas na prática, isso não ocorre. É o caso do pagamento diferenciado do servidor público de Minas Gerais.

Além do atraso em relação aos demais Poderes, o governador Romeu Zema divulgou a tabela do pagamento de dezembro priorizando o servidor da segurança e da saúde.

É uma prioridade  angustiante, porque eles vão receber também  o seus salários parcelados. Apenas com alguns dias de antecipação e recebendo mil reais a mais em relação aos servidores na primeira chamada.

Ao assumir o governo de Minas em 1960, Magalhães Pinto encontrou o Estado em crise, com o pagamento do servidor atrasado em alguns casos até seis meses.

Foi criativo e logo no início de seu governo colocou o pagamento em dia. O governador Romeu Zema ainda não sinalizou a possibilidade de normalização do pagamento. Prefere fazer o pagamento diferenciado, contrariando assim a norma constitucional. Está faltando criatividade. Deveria seguir o exemplo do então governador Magalhães Pinto.

5 de janeiro de 2019

Está faltando o porta-voz

Está faltando o porta-voz do governo para solucionar os conflitos de posicionamento entre ministros do presidente Jair Bolsonaro. Cada um fala o que pensa, provavelmente, sem saber o que pensa o presidente.

Bolsonaro já foi desmentido até  pelo chefe da Casa Civil e pelo titular da Receita Federal no caso do Imposto de Renda, reforma da Previd|ência e outras coisas mais.

O fato é que tem ministro falando demais. Essa missão, de falar em nome do governo, seria do porta-voz, que ainda não foi indicado pelo presidente Jair Bolsonaro. E terá que ser uma pessoa do ramo.

O governador de Minas, Romeu Zema, também não indicou o seu porta-voz, dificultando assim o trabalho da imprensa, que não sabe a quem se dirigir para obter uma informação. É lamentável que isto esteja acontecendo em governos eleitos democraticamente.

Infelizmente, as mudanças na área de comunicação ainda não ocorreram.

3 de janeiro de 2019

O servidor de MG está angustiado

Romeu Zema assumiu o governo de Minas sem saber quando o Estado terá condições de pagar o 13 salário ao funcionalismo. A previsão feita pelo governador é de que vai demorar, deixando o servidor público angustiado. Uma péssima notícia, já que os demais poderes, incluindo o Ministério Público quitaram o benefício.

Afinal, o dinheiro, incluido no orçamento do Legislativo, do Judiciário e do Ministério Público, sai do Executivo. O governador não deu esperança também do fim do  parcelamento do pagamento e anunciou que o déficit do Estado pode chegar a 30 bilhões de reais.

O governador fala num Estado falido. Nada de otimismo, que deveria ser a tônica de todo governante. No plano federal, o presidente Jair Bolsonaro, pelo menos, em seu discurso de posse, deu esperança de melhores dias para todos os brasileiros. Vamos aguardar.

1 de janeiro de 2019

Zema assume com o Estado falido

Romeu Zema assume o governo de Minas com um Estado falido e com um déficit de 30 bilhões. Ele tomou posse na Assembleia Legislativa prometendo transparência em sua administração, com um novo estilo de governo.

Fernando Pimentel fez a transmissão do cargo, mas não esperou pelo discurso de posse do governador Romeu Zema.

No plano federal, a assessoria do presidente Jair Bolsonaro já anunciou que todo servidor que foi nomeado para cargo de confiança  por influência ideológica será demitido, o que significa empurrar ainda mais o PT para oposição.

Consequentemente, a grande expectativa gira em torno dos primeiros atos do presidente Jair Bolsonaro ..

O PT na oposição já era esperado. Mas o desmonte do partido coloca a legenda  numa oposição mais radical em relação ao novo governo.

Bolsonaro já anunciou algumas propostas que dependem de aprovação do Congresso Nacional como é o caso da reforma da Previdência. Outras medidas podem ser questionadas pela Justiça.

Por aí se vê que o presidente Bolsonaro terá muitas dificuldades pela frente, a começar pela base de sua sustentação política. Terá que negociar com certos setores da mídia para governar sem maiores problemas.

Já o governador de Minas, Romeu Zema, está pegando um Estado falido e com o pagamento do funcionalismo parcelado e atrasado, além da divida para com as prefeituras mineiras.

Não convocou nenhum parlamentar para participar do seu secretariado. Mas não terá dificuldades em formar uma grande maioria na Assembleia Legislativo. No inicio de toda administração, ninguém quer ficar contra o governo.

É um empresário bem sucedido, mas como gestor público ainda não foi testado. Por isso mesmo, a expectativa é também muito grande em relação aos seus primeiros atos como governador..