1 de agosto de 2026

Pesquisas confundem o eleitor

 As inúmeras pesquisas sobre a sucessão presidencial confundem o eleitor, mesmo sabendo que a campanha eleitoral ainda não começou.

Cada instituto adota um método para fazer a avaliação Mas a campanha só vai valer mesmo depois de iniciada no horário gratuito controlado pela Justiça Eleitoral. Ai sim podemos fazer uma avaliação mais correta sobre as possibilidades dos candidatos.

Pelas pesquisas atuais, Lula está na frente, tendo como principal concorrente o senador Flávio Bolsonaro. Pelas mesmas pesquisas, o filho do ex-presidente está caindo e ainda procura um vice-presidente.

Difícil, portanto, fazer neste momento uma avaliação sobre as possibilidades de cada um na sucessão presidencial. É o reflexo da polarização política entre os dois principais candidatos

23 de julho de 2026

Eleitor na eleição majoritária é independente

 O eleitor segue o seu líder? Depende. Em se tratando de eleição proporcional é possível que sim. O eleitor está próximo do vereador, do prefeito e  do deputado estadual e federal.

Mas na eleição majoritária, senador e presidente da Republica, a situação muda. O eleitor está bem distante do candidato e , provavelmente, não segue o lider partidário. E é o que poderá ocorrer nas ´próximas eleições, entre Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro.

Portanto, os acordos partidários perdem a sua importância na eleição majoritária, a não ser nos horários da propaganda eleitoral controlados pela Justiça Eleitoral. O distanciamento entre o candidato e o eleitor, coloca o segundo em situação de independência. Em outras palavras: não segue a orientação do seu lider.




20 de julho de 2026

Patrus será o candidato

 Lula quer e Patrus aceita. É o que ocorreu  com a sucessão do PT ao governo de Minas. O partido tentou sem sucesso o senador Rodrigo Pacheco e a ex-prefeita de Contagem, Marilia Campos. Agora é a vez do deputado federal e  ex-prefeito de Belo Horizonte., Patrus Ananias.

É o melhor candidato do PT e capaz de unir a legenda. 

Como prefeito de Belo Horizonte, Patrus fez uma boa administração, não é radical, com um detalhe: Lula queria  e Patrus aceitou. 

5 de julho de 2026

Política é a arte de transigir

 Uma velha raposa do antigo PSD mineiro, Ultimo de Carvalho,  costumava dizer que a política é a arte de transigir.  Quem não transige não é político.

Na ocasião estava sendo formada a Frente Ampla, reunindo antigos opositores com o ùnico objetivo: combater a ditadura. Ela era formada pelo ex-governador da Guanabara, Carlos Lacerda, JK, João Goulart, Brizola e outros políticos.

Agora, a ex-primeira dama do Pais, Michelle Bolsonaro, prefere outro caminho num video criticando o filho do seu marido, Flávio Bolsonaro, pelo fato de defender uma aproximação do seu partido, o PL, com o candidato Ciro Gomes ao governo do Ceará.

A alegação é de que Ciro num passado recente fez duras críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Com esse video ela rompeu com Flávio Bolsonaro e dá uma demonstração de que não é do ramo, ou melhor não é política,É apenas marido de um politico, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Saiu perdendo.


3 de julho de 2026

Michelle Bolsonaro não é do ramo

 Com a divulgação do vídeo  demonstrando seu atrito com o senador Flávio Bolsonaro, a ex primeira dama Michelle Bolsonaro revela não ser do ramo da política. É apenas marido de um político, o ex-presidente Jair Bolsonaro. 

Nos bastidores , a noticia, na maioria dos casos, não é divulgada, principalmente em se tratando de políticos do mesmo partido. O PT soube explorar bem  essa briga entre Michelle e Flávio ,com o apoio de certos setores da imprensa.

O que é comum até o xingamento entre políticos, acabou sendo um prato eleitoral para o presidente  Lula e o PT. 

Tudo começou com o PL do Ceará em apoiar o candidato Ciro Gomes ao governo daquele Estado. A Michele ficou contra pelo fato de Ciro no passado ter sido um opositor a seu marido. Já o senador Flávio Bolsonaro defendia uma aliança com Ciro. 

Briga, portanto, de família, com desgaste para o candidato Flávio Bolsonaro.

Agora, bolsonaristas estão dizendo que a Michelle é traidora.

A previsão é de uma campanha eleitoral muito tensa no horário gratuito pelo rádio e televisão, controlada pela Justiça Eleitoral. Vamos aguardar.



21 de junho de 2026

Lula e Flávio no segundo turno

 Tudo indica que a sucessão presidencial será decidida no segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro.

É possível que no primeiro turno Lula saia na frente com o apoio do PT, PSB, PDT, PC do B e PSOL. Já o senador Flávio Bolsonaro, provavelmente, vai com as legendas da direita.  A tendência do Centrão  é a neutralidade, mas no segundo turno pode apoiar o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Mas tudo está preso ao desempenho dos candidatos durante a campanha eleitoral. Os partidos da direita unidos  deverão trabalhar pela eleição de Flávio Bolsonaro e os da esquerda estarão com Lula.. Difícil, portanto, fazer qualquer previsão sobre o candidato vitorioso.

Nos dois maiores colégios eleitorais do País, Minas e São Paulo, a tendência é uma vitória apertada do senador Flávio Bolsonaro, mas Lula é muito forte no Nordeste. Pode surpreender.

No caso de São Paulo, o   candidato  a governador, Tarcísio de Freitas, será um puxador de votos para o filho do ex-presidente.

A incógnita é Minas Gerais. O presidente Lula está sem palanque com a recusa do senador Rodrigo Pacheco de disputar o governo de Minas. Flávio Bolsonaro, por sua vez, não sabe com quem pode contar.

Conclusão: a sucessão presidencial está ainda sem definição. Começa a clarear com a oficialização dos candidatos pela Justiça Eleitoral.

 

  



















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13 de junho de 2026

Não existe candidato f


As convenções partidárias para a indicação de candidatos às próximas eleições serão iniciadas no dia 20 de julho e terminam no dia 5 de agosto. Até lá não se pode falar em candidato favorito, porque os possíveis postulantes ainda  não foram definidos pelos partidos e terão de ser aprovados pelas convenções.

Alguns  que estão aparecendo como favoritos podem cair fora. Outros estão em negociação. Não existe, portanto, candidatura oficial. É só especulação, com base nas pesquisas.

Depois das convenções, ai sim, será possível fazer uma analise mais profunda sobre os candidatos.

Em Minas Gerais, por exemplo, o PT e os partidos de esquerda, ainda não definiram qual será o seu candidato. O presidente Lula queria  o senador Rodrigo Pacheco, mas ele recusou o convite.

Fala-se agora no nome da ex-prefeita de Contagem, Marilia Campos, mas ela prefere disputar o Senado. O ex-prefeito de Belo Horizonte, Elias Kalil, é outro nome.

Já Mateus Simões foi indicado pelo ex-governador Romeu Zema, mas não está bem nas pesquisas.

O favorito nas pesquisas é o senador Cleitinho, que ainda não decidiu se  será ou não candidato ao governo de Minas.A impressão que se tem é que ele não será candidato.

5 de junho de 2026

O PT vai na garupa de outro candidato?

 O PT ainda está sem candidato ao governo de Minas. O senador Rodrigo Pacheco, do PSB, que era o candidato indicado pelo presidente Lula, recusou o convite. Agora, o Partido dos Trabalhadores trabalha apenas com um nome:, a ex-prefeita de Contagem, Maria Campos. Só que ela prefere concorrer ao Senado.

Fora da legenda, o PT  pode apoiar o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alias Kalil. que já anunciou que é candidato pelo PDT. Mas ele não seria o candidato do presidente Lula e o ex-prefeito de BH está bem distanciado do ex-presidente.

O ex-vereador Gabriel Azevedo, do MDB, é outro candidato que estaria em conversações com a cúpula do PT.

Para alguns observadores políticos, o PT só tem  um nome viável; a ex-prefeita de Contagem, Marilia Campos. Mas se ela optar pelo Senado, o PT vai na garupa de um outro postulante fora da legenda?

4 de junho de 2026

BH, uma cidade suja

 Quando prefeito de Fortaleza, Ciro Gomes, bem cedo e em seu veículo particular, percorria a cidade a fim de conhecer os seus problemas. Depois se reunia com seus subordinados para conferir as suas informações. Nem sempre, a resposta era positiva. Mas a cidade estava limpa e com poucos problemas.

Prefeito de Belo Horizonte, Osvaldo Pieruccetti não tinha o mesmo hábito, mas contratou pessoas de confiança para conhecer melhor os problemas da cidade. Se em alguma praça a torneira estava aberta com desperdício de água o servidor contratado resolvia o problema. 

Foi assim no passado, bem longe. O vereador não era remunerado. Trabalhava por idealismo e pelo seu bairro. O problema é que a cidade cresceu, aumentando assim as suas dificuldades.

Mas é preciso que o atual  prefeito siga o exemplo de Ciro Gomes e Osvaldo Pieruccetti. Não fique preso em seu gabinete. É possível que a publicidade seja maior do que a própria obra.

O fato é que BH é uma cidade muita suja e não poderia ter o nome agora de Belo Horizonte.

29 de maio de 2026

PT e a candidatura própria

 Se prevalecer a proposta de candidatura própria, o PT só tem um nome como candidato ao governo de Minas:a ex-prefeita de Contagem, Marilia Campos. Só que ela prefere disputar o Senado. Deixou a prefeitura de Contagem com esse objetivo.

A outra opção, fora do PT, seria o ex-prefeito de Belo Horizonte, Elias Kalil, filiado ao PDT. Ele já declarou que é candidato, mas tem problemas com o presidente Lula. Ambos não se entendem.

Não existe outro nome capaz de sensibilizar o eleitorado mineiro. Lula até que tentou com o senador Rodrigo Pacheco, mas ele recusou.

O que anima um pouco o PT é a fragilidade dos candidatos da direita. O   indicado pelo governador Romeu zema, Matheus Simões , ainda não decolou, e o que está na frente ,nas pesquisas, Cleitinho, ainda não assumiu a condição de candidato.

Minas, na realidade, ainda não tem candidato que possa empolgar o eleitorado.