17 de julho de 2026

Patrus pode ser o candidato

 Lula quer e Patrus aceita. É o que poderá ocorrer com a sucessão do PT ao governo de Minas. O partido tentou sem sucesso o senador Rodrigo Pacheco e a ex-prefeita de Contagem, Marilia Campos. Agora está em discussão a indicação o deputado federal e  ex-prefeito de Belo Horizonte., Patrus Ananias.

É o melhor candidato do PT e capaz de unir a legenda. Mas vai depender de uma conversa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com  Patrus Ananias.

Como prefeito de Belo Horizonte, Patrus fez uma boa administração, não é radical, com um detalhe: Lula quer e Patrus aceita. 

5 de julho de 2026

Política é a arte de transigir

 Uma velha raposa do antigo PSD mineiro, Ultimo de Carvalho,  costumava dizer que a política é a arte de transigir.  Quem não transige não é político.

Na ocasião estava sendo formada a Frente Ampla, reunindo antigos opositores com o ùnico objetivo: combater a ditadura. Ela era formada pelo ex-governador da Guanabara, Carlos Lacerda, JK, João Goulart, Brizola e outros políticos.

Agora, a ex-primeira dama do Pais, Michelle Bolsonaro, prefere outro caminho num video criticando o filho do seu marido, Flávio Bolsonaro, pelo fato de defender uma aproximação do seu partido, o PL, com o candidato Ciro Gomes ao governo do Ceará.

A alegação é de que Ciro num passado recente fez duras críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Com esse video ela rompeu com Flávio Bolsonaro e dá uma demonstração de que não é do ramo, ou melhor não é política,É apenas marido de um politico, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Saiu perdendo.


3 de julho de 2026

Michelle Bolsonaro não é do ramo

 Com a divulgação do vídeo  demonstrando seu atrito com o senador Flávio Bolsonaro, a ex primeira dama Michelle Bolsonaro revela não ser do ramo da política. É apenas marido de um político, o ex-presidente Jair Bolsonaro. 

Nos bastidores , a noticia, na maioria dos casos, não é divulgada, principalmente em se tratando de políticos do mesmo partido. O PT soube explorar bem  essa briga entre Michelle e Flávio ,com o apoio de certos setores da imprensa.

O que é comum até o xingamento entre políticos, acabou sendo um prato eleitoral para o presidente  Lula e o PT. 

Tudo começou com o PL do Ceará em apoiar o candidato Ciro Gomes ao governo daquele Estado. A Michele ficou contra pelo fato de Ciro no passado ter sido um opositor a seu marido. Já o senador Flávio Bolsonaro defendia uma aliança com Ciro. 

Briga, portanto, de família, com desgaste para o candidato Flávio Bolsonaro.

Agora, bolsonaristas estão dizendo que a Michelle é traidora.

A previsão é de uma campanha eleitoral muito tensa no horário gratuito pelo rádio e televisão, controlada pela Justiça Eleitoral. Vamos aguardar.



21 de junho de 2026

Lula e Flávio no segundo turno

 Tudo indica que a sucessão presidencial será decidida no segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro.

É possível que no primeiro turno Lula saia na frente com o apoio do PT, PSB, PDT, PC do B e PSOL. Já o senador Flávio Bolsonaro, provavelmente, vai com as legendas da direita.  A tendência do Centrão  é a neutralidade, mas no segundo turno pode apoiar o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Mas tudo está preso ao desempenho dos candidatos durante a campanha eleitoral. Os partidos da direita unidos  deverão trabalhar pela eleição de Flávio Bolsonaro e os da esquerda estarão com Lula.. Difícil, portanto, fazer qualquer previsão sobre o candidato vitorioso.

Nos dois maiores colégios eleitorais do País, Minas e São Paulo, a tendência é uma vitória apertada do senador Flávio Bolsonaro, mas Lula é muito forte no Nordeste. Pode surpreender.

No caso de São Paulo, o   candidato  a governador, Tarcísio de Freitas, será um puxador de votos para o filho do ex-presidente.

A incógnita é Minas Gerais. O presidente Lula está sem palanque com a recusa do senador Rodrigo Pacheco de disputar o governo de Minas. Flávio Bolsonaro, por sua vez, não sabe com quem pode contar.

Conclusão: a sucessão presidencial está ainda sem definição. Começa a clarear com a oficialização dos candidatos pela Justiça Eleitoral.

 

  



















S

13 de junho de 2026

Não existe candidato f


As convenções partidárias para a indicação de candidatos às próximas eleições serão iniciadas no dia 20 de julho e terminam no dia 5 de agosto. Até lá não se pode falar em candidato favorito, porque os possíveis postulantes ainda  não foram definidos pelos partidos e terão de ser aprovados pelas convenções.

Alguns  que estão aparecendo como favoritos podem cair fora. Outros estão em negociação. Não existe, portanto, candidatura oficial. É só especulação, com base nas pesquisas.

Depois das convenções, ai sim, será possível fazer uma analise mais profunda sobre os candidatos.

Em Minas Gerais, por exemplo, o PT e os partidos de esquerda, ainda não definiram qual será o seu candidato. O presidente Lula queria  o senador Rodrigo Pacheco, mas ele recusou o convite.

Fala-se agora no nome da ex-prefeita de Contagem, Marilia Campos, mas ela prefere disputar o Senado. O ex-prefeito de Belo Horizonte, Elias Kalil, é outro nome.

Já Mateus Simões foi indicado pelo ex-governador Romeu Zema, mas não está bem nas pesquisas.

O favorito nas pesquisas é o senador Cleitinho, que ainda não decidiu se  será ou não candidato ao governo de Minas.A impressão que se tem é que ele não será candidato.

5 de junho de 2026

O PT vai na garupa de outro candidato?

 O PT ainda está sem candidato ao governo de Minas. O senador Rodrigo Pacheco, do PSB, que era o candidato indicado pelo presidente Lula, recusou o convite. Agora, o Partido dos Trabalhadores trabalha apenas com um nome:, a ex-prefeita de Contagem, Maria Campos. Só que ela prefere concorrer ao Senado.

Fora da legenda, o PT  pode apoiar o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alias Kalil. que já anunciou que é candidato pelo PDT. Mas ele não seria o candidato do presidente Lula e o ex-prefeito de BH está bem distanciado do ex-presidente.

O ex-vereador Gabriel Azevedo, do MDB, é outro candidato que estaria em conversações com a cúpula do PT.

Para alguns observadores políticos, o PT só tem  um nome viável; a ex-prefeita de Contagem, Marilia Campos. Mas se ela optar pelo Senado, o PT vai na garupa de um outro postulante fora da legenda?

4 de junho de 2026

BH, uma cidade suja

 Quando prefeito de Fortaleza, Ciro Gomes, bem cedo e em seu veículo particular, percorria a cidade a fim de conhecer os seus problemas. Depois se reunia com seus subordinados para conferir as suas informações. Nem sempre, a resposta era positiva. Mas a cidade estava limpa e com poucos problemas.

Prefeito de Belo Horizonte, Osvaldo Pieruccetti não tinha o mesmo hábito, mas contratou pessoas de confiança para conhecer melhor os problemas da cidade. Se em alguma praça a torneira estava aberta com desperdício de água o servidor contratado resolvia o problema. 

Foi assim no passado, bem longe. O vereador não era remunerado. Trabalhava por idealismo e pelo seu bairro. O problema é que a cidade cresceu, aumentando assim as suas dificuldades.

Mas é preciso que o atual  prefeito siga o exemplo de Ciro Gomes e Osvaldo Pieruccetti. Não fique preso em seu gabinete. É possível que a publicidade seja maior do que a própria obra.

O fato é que BH é uma cidade muita suja e não poderia ter o nome agora de Belo Horizonte.

29 de maio de 2026

PT e a candidatura própria

 Se prevalecer a proposta de candidatura própria, o PT só tem um nome como candidato ao governo de Minas:a ex-prefeita de Contagem, Marilia Campos. Só que ela prefere disputar o Senado. Deixou a prefeitura de Contagem com esse objetivo.

A outra opção, fora do PT, seria o ex-prefeito de Belo Horizonte, Elias Kalil, filiado ao PDT. Ele já declarou que é candidato, mas tem problemas com o presidente Lula. Ambos não se entendem.

Não existe outro nome capaz de sensibilizar o eleitorado mineiro. Lula até que tentou com o senador Rodrigo Pacheco, mas ele recusou.

O que anima um pouco o PT é a fragilidade dos candidatos da direita. O   indicado pelo governador Romeu zema, Matheus Simões , ainda não decolou, e o que está na frente ,nas pesquisas, Cleitinho, ainda não assumiu a condição de candidato.

Minas, na realidade, ainda não tem candidato que possa empolgar o eleitorado. 

28 de maio de 2026

MG é problema para Lula e seus adversários

 Com a recusa do senador Rodrigo Pacheco de disputar o governo de Minas, o PT tem problema para indicar o seu candidato ao governo do Estado no segundo maior colégio eleitoral do País.

Os candidatos da direita não chegam a empolgar o eleitorado. O espaço esta vago para os aventureiros, o que não é bom para Minas Gerais.

Lula queria Pacheco concorrendo ao governo do Estado para ter um palanque eleitoral, mas preteriu  o senador mineiro ao cargo de ministro do STF para indicar o Jorge Messias, que não conseguiu aprovação do Senado.

Contribuiu pela sua derrota  o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que é amigo de Pacheco e queria que ele fosse o indicado.

A direita joga com o atual governador, Matheus Simões, que foi indicado pelo ex-governador Romeu Zema. Mas ele ainda não decolou.

O ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, é também candidato do PDT e pode ser uma solução para o PT.

O fato é que Minas ainda não tem um candidato consensual. Até o senador Cleitinho, que está na frente nas pesquisas, ainda não assumiu a condição de candidato ao governo de Minas. Seu nome verdadeiro: Cleiton Gontijo Azevedo. O mais é especulação.

23 de maio de 2026

Justiça italiana deixa mal o STF

 Ao negar a extradição da ex-deputada Carla Zambelli para o Brasil, a justiça italiana deixa mal o STF   que a condenou a 10 anos de prisão.

A justificativa é de que a condenação foi desproporcional e as provas foram fracas. Resultado; a ex-deputada está livre e fora da prisão.

A decisão da justiça italiana poderá ter reflexos na sucessão presidencial brasileira. Ninguém tem duvida disso. E como ficam os demais condenados pelo STF? 

O Congresso Nacional aprovou um projeto, transformado em lei, diminuindo a pena dos condenados, mas o STF entende que a lei é inconstitucional.

A relação Flávio-Vorcaro coloca também o candidato Flávio Bolsonaro em situação complicada.

A pesquisa Datafolha mostra o filho do ex-presidente Bolsonaro em queda. No segundo turno perderia para o candidato Lula, 47 a 43. No primeiro turno a diferença seria maior: 9%.

Mas é bom lembrar que Datafolha fez uma outra pesquisa em que a avaliação do governo é ruim.:38%. Apenas 32% consideram o governo bom.

Por aí se vê que a sucessão presidencial ainda está indefinida, embora a decisão final e política  sobre a extradição da ex-deputada vai defender do governo italiano..