3 de abril de 2020

Desobediência civil

O coronavírus é realmente preocupante, porque, em muitos casos, mata. Mas o risco agora é a possível desobediência civil, ou seja, ninguém cumprindo as determinações legais das autoridades.

Com as prateleiras vazias,poderá haver corrida em supermercados. Isto sempre ocorreu nos momentos de grave crise. Mas as autoridades garantem a normalidade do abastecimento.

Pode ser que falte algum produto, porque tem muita gente estocando. O problema é que ninguém está produzindo. Todo mundo está em casa .

Neste momento de crise, o importante é um entendimento nacional, envolvendo as autoridades dos Três Poderes, para a solução de todos esses problemas. Infelizmente, isto não está ocorrendo. O debate é mais ideológico já visando as próximas eleições.


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30 de março de 2020

Bolsonaro e Mandetta em conflitol



Nessa crise do coronavírus, o ministro Luiz Henrique Mandetta, da Saúde, é a grande estrela do governo de Jair Bolsonaro. Nas entrevistas, ele demonstra muito conhecimento do setor com moderação. Não radicaliza e chega a dizer que não há o que falar em isolamento social horizontal ou vertical, por entender que a doença atinge todos os setores.

Mesmo com suas declarações claras, alguns setores da mídia chegaram a dizer que o ministro defende o isolamento social horizontal, ou seja, todo mundo em casa.

Já o presidente Jair Bolsonaro defende o isolamento vertical para preservar o emprego e a produção. Com isso, ele entra em conflito com o seu ministro da Saúde, mas garante que não vai demiti-lo.

O que está faltando mesmo é um entendimento nacional para combater o coronavírus. Infelizmente, a ideologia, o interesse pessoal e político estão ganhando a batalha. E quem sofre com tudo isso é o povo.


































24 de março de 2020

Bolsonaro se transformou num prisioneiro

Com o País parado, a produção cai e o desemprego aumenta. É o caos que se avizinha, atingido todo mundo, o pobre e o rico.

O presidente Jair Bolsonaro se transformou num prisioneiro do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal. Não consegue aprovar nada no Legislativo e tem sofrido muitas derrotas no STF.

Fragilizado, o presidente vai se isolando e mudando a sua rotina de trabalho. Além da crise do coronavírus, Bolsonaro enfrenta uma forte oposição da grande mídia, principalmente por parte da Rede Globo e da Folha de São Paulo.

Tem problemas com os governadores de São Paulo e do Rio de Janeiro, sem se falar nos governadores do PT, PSB, PDT e PC do B, que fazem oposição a seu governo.

Com todos esses problemas, o presidente teve que ceder  muito em suas propostas.Neste momento, é difícil o que poderá ocorrer com o Pais daqui para frente. O quadro é realmente nebuloso.

O pronunciamento de Bolsonaro, em rede de rádio e televisão, condenando aqueles que estimulam o agravamento da crise, radicalizou ainda mais o relacionamento entre o governo, a grande mídia e o Congresso Nacional.

22 de março de 2020

O País parou

O País parou por causa do coronavírus. Tem governador até proibindo a entrada de qualquer cidadão brasileiro em seu Estado. Um absurdo, porque a competência é do governo federal. Ainda bem que o presidente Bolsonaro assinou uma Medida Provisória restabelecendo a competência federeral.Mas não fica só nisso.

Alguns veículos de comunicação mudaram a sua programação para só noticiar esse maldito vírus.A população já não está suportando tudo isso.

O presidente Jair Bolsonaro, por sua vez, tem exagerado  um pouco em suas declarações sobre o coronavírus. Mas,em alguns casos, ele tem um pouco de razão. Há muito exagero, quando deveria haver equilíbrio.

O País, parado, está perdendo muito. Estamos caminhando para uma recessão, o que significa menos emprego para o brasileiro.

Tem político explorando muito essa doença, que é grave e que está matando muita gente. Está na hora de união de todos para que possamos voltar a normalidade. Explorar a doença por motivos políticos é um crime contra a humanidade.

INIMIGOS

Inimigos mortais do presidente Jair Bolsonaro: governadores João Dória, de São Paulo, e Wilsonj Witzel, do Rio de Janeiro. Em menor escalas, estão os governadores do PT, PSB, PC do B e PDT.
Bolsonaro está sem defesa porque os seus aliados não podem ir para as ruas por causa do coronavírus.

16 de março de 2020

Bolsonaro e Maia radicalizam

A notícia de que o presidente Jair Bolsonaro está com coronavírus movimentou o noticiário da grande mídia, com base numa suposta declaração do filho do presidente, Eduardo Bolsonaro. Mas o filho do presidente desmentiu a notícia.

Logo depois, o presidente Jair Bolsonaro anunciou em redes sociais que fez o teste e o resultado foi negativo.

O ministro da Saúde, por sua vez, disse que o presidente fará novo teste . Mas ninguém tem duvida de que o Planalto está monitorando o presidente.

Para o grande público, fica a dúvida se o presidente está ou não com o coronavírus. Se o resultado for positivo, será mais uma punhalada no presidente, se não bastassem os males que esse vírus está afetando a humanidade.

Mesmo com o vírus se alastrando, o presidente participou em Brasília de atos de protestos. Falou em histeria em relação ao combate  do coronavírus.

O problema todo é a falta de diálogo entre o governo e o Congresso Nacional para a solução de todos esses problemas. Bolsonaro e Maia não se entendem. Radicalizam.

12 de março de 2020

Bolsonaro está acuado

Qualquer outro presidente não resistiria às pressões do Congresso Nacional. Mas o presidente Jair Bolsonaro resiste. Só que ele está acuado. Não consegue aprovar nada nas duas casas legislativas, criando assim um impasse.

Os congressistas estão agora cobrando do governo o envio das reformas tributária e administrativa. O governo já anunciou que vai encaminhá-las, mesmo sabendo que dificilmente elas serão aprovadas conforme deseja o Executivo.

Sem as reformas, as dificuldades serão maiores para colocar o Pais dentro da normalidade. Por ser um ano eleitoral - eleição para prefeitos e vereadores - o governo praticamente está  sem saida. Está acuado pelo Congresso Nacional. Infelizmente.

BILAC

O deputado Bilac Pinto deixou a Secretaria de Governo. Não se sentia bem no cargo, já que o governador Romeu Zema não lhe deu carta branca. Bilac retorna agora à Câmara dos Deputados.

8 de março de 2020

Teste para Bolsonaro

As manifestações populares programadas para o próximo domingo, dia 15, contra o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal servirão de teste para saber se o presidente Jair Bolsonaro ainda tem o apoio popular.

As manifestações servirão  também de base para testar o comportamento dos congressistas e dos ministros do
STF.

Se o evento do próximo domingo for um fracasso, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal ficam mais fortalecido.

Ninguém tem dúvida de que o presidente Jair Bolsonaro estimulou as manifestações, embora negue que tenha tomado alguma iniciativa para a realização desse evento.

Mas é bom esclarecer que Bolsonaro não está nada satisfeito com os congressistas, já que as medidas mais importantes do seu governo têm sido rejeitadas pelo Congresso Nacional.

Não está satisfeito também com o Judiciário, que a todo momento, toma decisões contrárias ao governo.

O fato é que o Pais sofre com tudo isso. Infelizmente.


3 de março de 2020

Estão engessando Bolsonaro

A fragilidade do governo do presidente Jair Bolsonaro fortalece o Congresso Nacional. É o que está ocorrendo neste momento. Até parece que estamos num regime parlamentarista. Nada é aprovado no Legislativo que possa contrariar interesses dos parlamentares.

E o chefe de resistência ao governo é o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. É ele quem comanda o Centrão. Escorrega demais quando está em dificuldades. Nos bastidores, é o maior opositor do governo.

No governo de Michel Temer, Rodrigo Maia inviabilizou a reforma da Previdência Social, embora, publicamente, dava declarações favoráveis ao projeto.

Já no governo de Jair Bolsonaro, Rodrigo Maia, como presidente do Legislativo, tem poderes para colocar ou não projetos de interesse do Executivo. Com isso, ele vai engessando o governo, ou melhor, inviabilizando o Executivo, mais pela fragilidade do presidente Jair Bolsonaro.

A crise entre o Executivo e o Legislativo não tem data para terminar, colocando em risco a própria democracia.

ORÇAMENTO IMPOSITIVO

Não será surpresa se o Congresso Nacional deixar para depois das manifestações do próximo dia 15 a apreciação do veto presidencial ao orçamento impositivo. Mas há um acordo para que o veto seja mantido. A oposição quer a sua derrubada.

THILDEN

O ex-petista Thiden Santiago, que foi senador e embaixador do Brasil em Cuba no governo Lula, está deixando agora o PSB para ingressar no PSOL. Afiliação será no próximo dia 15 no bairro São Joaquim. Ele rompeu com o prefeito de Contagem.

29 de fevereiro de 2020

Mandetta é a grande estrela

O presidente Jair Bolsonaro anunciou que falaria novamente  à Nação  sobre a grave crise do Pais, provocada pelo coronavírus. Mas quem falou mesmo, em entrevista, foi o ministro Luiz Henrique Mandetta, da Saúde.

Ele é a grande estrela do governo de Jair Bolsonaro. Nas entrevistas, Mandetta demonstra muito conhecimento do setor com moderação.Portanto, não radicaliza  Disse que não há o que falar em isolamento horizontal ou vertical e até critica algumas liminares concedidas por magistrados. Ele reafirmou que continuará no governo se assim o desejar o presidente Bolsonaro.

Já o ministro Paulo Guedes está dentro da linha  do governo, por entender que o isolamento horizontal pode quebrar o Pais com consequências graves na área social.

Já  o presidente Jair Bolsonaro continua criticando duramente alguns governadores, principalmente os de São Paulo e do Rio de Janeiro.

O que não pode ocorrer é o País continuar parado como se encontra neste momento.





O clima não é mais de confronto

As críticas ao governo, aos políticos e empresários, já não estão provocando impacto na opinião pública. Muitas delas são plantadas na imprensa ou não são bem fundamentadas. Em muitos casos, são repetitivas e cansativas. Perdem, por isso mesmo,  a credibilidade.

Se a denuncia ou a crítica é sistemática e repetitiva, ela acaba sendo vulgarizada. E é o que está acontecendo em muitos casos, neste momento.

Por ser um ano eleitoral, com a eleição para prefeitos e vereadores, a tendência ainda é maior na vulgarização das notícias, o que é muito ruim para o País.

É indispensável que a Justiça Eleitoral e demais autoridades fiquem atentas às notícias falsas e plantadas na imprensa e nas redes sociais. Os interesses comerciais e ideológicos não podem prevalecer quando está em jogo o interesse democrático do País.

Ainda bem que o clima entre os chefes dos Três Poderes melhorou um pouco. O clima não é mais de confronto, mas de disposição para o dialogo, o que é bom para o País.