7 de fevereiro de 2026

Espera-se uma eleição limpa

 A  última eleição presidencial foi muito contestada pela oposição, principalmente pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.  Falaram muito em fraude, urnas eletrônica e outras coisas mais. Lula foi o vitorioso.

Agora, a eleição presidencial será comandada no TSE por dois ministros indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro ao STF: Nunes Marques (presidente) e André Mendonça (vice-presidente).

Espera-se que a eleição seja limpa, sem fraude e contestações. Apesar da polarização entre esquerda e direita, está todo mundo de olho nas urnas eletrônicas. A impressão que se tem é que por parte da Justiça Eleitoral não haverá qualquer irregularidade que conteste o resultado da eleição. Só assim poderemos dizer que estamos num Pais democrático.

Mas para isso o TSE tem  de tomar as suas decisões de acordo com a lei.


2 de fevereiro de 2026

Lula é candidato certo

 Certo mesmo, só existe um candidato  á presidência da República: o petista Luiz Inácio Lula da Silva, que vai tentar a reeleição. A Direita pode concorrer com o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, ou com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Mas Tarcísio continua dizendo  que vai disputar a reeleição.

Mas as definições, incluindo outros candidatos, só deverão ocorrer depois das convenções partidárias. Por enquanto, a sucessão presidencial está indefinida, aguardando a indicação dos demais candidatos pelas convenções.

Na mesma situação está a eleição para governadores, sem qualquer definição, principalmente nos dois principais colégios eleitorais: São Paulo e Minas Gerais.

O governador Tarcísio de Freitas, de São Paulo, continua dizendo que é candidato à reeleição. Mas o Centrão quer que ele seja o candidato à sucessão de Lula.

Já em Minas Gerais a situação é mais complicada por falta de uma forte liderança. O presidente Lula, ainda sem palanque no Estado, continua insistindo com o senador Rodrigo Pacheco. O vice-governador Mateus Simões, pouco conhecido, é o candidato do governador Romeu Zema.A incógnita é o ex-governador Aécio Neves, que ainda não declarou que é candidato. É uma velha raposa.


31 de janeiro de 2026

Segundo turno é problema para Lula

 É natural que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteja na frente nas pesquisas como candidato ``a reeleição. Afinal, é o único candidato dos partidos de esquerda, ao contrário da Direita que tem vários pretendentes: Flávio, Tarcisio, Caiado, Zema e Ratinho. Lula, portanto, será o mais votado no primeiro turno.

Mas se a eleição  for decidida no segundo turno - é quase certo - os candidatos da Direita vão se unir e o mais votado receberá o apoio dos demais. Provavelmente, nenhum deles dará apoio ao presidente Lula.

Outro detalhe: os maiores colégios eleitorais do Pais - São Paulo, Minas Gerais , Rio de Janeiro, entre outros - são governados pela oposição.

Lula é majoritário no Nordeste. É realmente forte. Mas não terá a mesma votação da eleição anterior. No Ceará, por exemplo, Ciro Gomes, que faz dura oposição ao atual  governo, está bem situado nas pesquisas como candidato a governador. O presidente tem algumas dificuldades também na Bahia.

No caso de Minas Gerais, Lula está sem palanque eleitoral, a não ser que convença o senador Rodrigo Pacheco a disputar o governo do Estado. Ainda não está acertada uma candidatura em São Paulo. Vai depender muito das articulações partidárias. Por aí se vê que a sucessão presidencial ainda está indefinida.

26 de janeiro de 2026

Sampaoli gosta de improvisar

 Futebol é conjunto, entrosamento  e não improvisação. Mas o técnico do Atlético Sampaoli não pensa assim. Gosta da improvisação, contrariando assim a maioria dos técnicos e torcedores. Não fala o português e ninguém entende o que fala.

A imprensa, de um modo geral, contribui para que isso aconteça, ao dar  grande  espaço a Sampaoli A entrevista fica muito cansativa, principalmente se o Galo  empata ou perde a partida.

Quem deveria falar mais são os donos da SAF, mas eles não falam. São vitoriosos como empresários do setor privado, mas poucos familiarizados como gestor de futebol

Outro detalhe: durante todo o  jogo, Sampaoli não para de andar. É possível que a sua atividade seja superior a de alguns atletas. Fica sempre nervoso e em  alguns casos aparece como brigão, como ocorreu no empate com o América.

Difícil, portanto, fazer qualquer previsão sobre o que poderá ocorrer com o Galo em 2026. É só não repetir os dois últimos anos:24 e 25.

Neste momento, o que está salvando Sampaoli foi a vitória sobre o Cruzeiro.

22 de janeiro de 2026

Lula insiste com Rodrigo Pacheco

 Sem palanque em Minas Gerais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai continuar insistindo para que o senador Rodrigo Pacheco seja candidato ao governo do Estado. Na sua primeira tentativa, o senador mineiro recusou o convite logo após o presidente anunciar que o seu candidato ao Supremo Tribunal Federal era Jorge Messias, Advogado-Geral da União.

Pacheco não ficou satisfeito, já que era o preferido da  maioria dos senadores e de alguns ministros do STF. Mas este não era o principal motivo da recusa do convite.

O senador mineiro tinha dúvidas sobre a sua eleição para governador.. Não confia muito  no eleitorado conservador que o elegeu senador. Não tem  certeza da fidelidade do eleitorado petista.

Rodrigo Pacheco, como se sabe,  teve o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro para presidente do Senado. Foi apoiado também pelo presidente Lula na sua reeleição.

 Pacheco continua na dúvida e só será candidato se tiver a certeza que pode contar com o eleitorado conservador e dos petistas mineiros. Só Lula poderá convence-lo. Por quanto, o senador mineiro continua em cima do muro.

19 de janeiro de 2026

PT e a sucessão mineira

 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua sem palanque em Minas Gerais. O motivo é a falta de candidato ao governo do Estado por falta de densidade eleitoral.. Lula queria como candidato o senador Rodrigo Pacheco, mas ele recusou. Pode ser ainda que seja candidato.

As outras opções do PT: o ex-tucano e ministro Alexandre Silveira e o ex-prefeito de BH. Alexandre Kalil. O primeiro não larga a saia de Lula e tem o apoio da ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, que prefere disputar o Senado .

O ex-prefeito Kalil seria a segunda opção, mas é pouco conhecido e não tem mais voto do atleticano. A cúpula nacional do PT já conversou com ele. Fora esses dois candidatos. O PT não tem outro nome.

A sua salvação é ter como concorrente o vice-governador, Matheus Simões, que tem o apoio do governador Romeu Zema, mas é pouco conhecido.

Quem pode surpreender é o ex-governador Aécio Neves. É uma raposa e trabalha em silêncio. Aprendeu muito com o seu avô, o falecido Tancredo Neves. Ele ainda não disse que é candidato.      


9 de janeiro de 2026

Brasil no quintal dos Estados Unidos

 Não adianta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva espernear. O Brasil  está no quintal dos Estados Unidos, assim como outros paises da America Latina. Tudo depende dos americanos. Se não seguirem  as regras do governo, sofrem as consequências. 

O melhor exemplo vem da Venezuela, com a destituição e prisão do ditador Maduro. Bastou o governo venezuelano contrariar os interesses dos americanos para o presidente Trump destituir o ditador Maduro, violando assim a soberania daquele Pais.

As reações no mundo inteiro são favoráveis e contra a decisão do governo americano. A direita e a esquerda estão em conflito. Não se entendem. O mundo está realmente conturbado, imprevisível. O que está prevalecendo é o Poder Militar. A democracia fica em plano secundário.Infelizmente.

31 de dezembro de 2025

O eleitor está se informando mais

 O eleitor brasileiro está se informando mais sobre os problemas econômicos e políticos do Pais. Não está  na onda do populismo e de notícias falsas e outras coisas mais.

Procura sempre conferir as informações. Se elas são verdadeiras ou falsas. Não concorda com o discurso do ódio e combate essa briga entre direita e esquerda.  

Por isso mesmo, no momento de instabilidade, está sempre atrás de uma informação mais confiável. Não está fácil. Tem muita coisa manipulada. O que prevalece é a grana, o dinheiro. O eleitor que se dane.

Só que o eleitor está mais consciente. Confere tudo. A eleição de 2026 poderá mostrar o que ele  deseja: um pleito dentro das normas constitucionais e em benefício do povo brasileiro.

Nada de corrupção e com os Três Poderes funcionando harmonicamente. É o que desejamos e  esperamos.


23 de dezembro de 2025

As pesquisas não se casam

 As pesquisas eleitorais não se casam em relação à presidência da Republica e a de  governadores no ano que vem. Casa instituto apresenta um resultado diferente.

Só depois das convenções partidárias, a partir de março do ano que vem, é que as pesquisas vão indicar a preferência do eleitorado.  

No caso da sucessão presidencial, só existe um candidato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que vai tentar a reeleição.

Fala-se no senador Flávio Bolsonaro, que seria o candidato da direita. Mas ele pode desistir para o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

Em relação ao governo de Minas, apenas o vice-governador Mateus  Simões já anunciou que é candidato, com o apoio do governador  Romeu Zema.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está sem palanque no Estado, porque o senador Rodrigo Pacheco ainda não decidiu se será candidato. O PT joga com a possível candidatura do ex-prefeito de BH, Elias Kalil, que é pouco conhecido no interior.

Outro possível candidato é o ex-governador Aécio Neves. No momento, é apenas um  expectador. Em outras palavras: é muito cedo para se falar quem será o futuro presidente da Republica e governador de Minas, porque as pesquisas são se casam.




18 de dezembro de 2025

Rodrigo Pacheco é uma incógnita

 O senador Rodrigo Pacheco votou pela aprovação do projeto da Desimetria, que reduz a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros condenados de 8 de Janeiro pelo  STF. Em outras palavras: Pacheco não está sintonizado com os partidos de esquerda, principalmente o PT, que votaram contra o projeto.

Ainda assim, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva insiste na candidatura de Rodrigo Pacheco ao governo de Minas. Só assim teria um palanque eleitoral no segundo maior colégio eleitoral, que é MG.

Só que o senador mineiro ainda é uma incógnita. Não sabe se terá o apoio do eleitorado conservador que o elegeu senador. Não sabe também qual será o posicionamento do eleitorado da esquerda.

Pacheco tem razão. Ele teve o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro na sua eleição para presidente do Senado. Teve também o aval  do presidente Lula na sua reeleição. A dúvida, portanto, persiste, ou seja. Pacheco não sabe se pode contar com o eleitorado conservador e dos partidos de esquerda.

Ele promete uma definição em março. Até lá, o presidente Lula ficará sem palanque em Minas Gerais.