18 de dezembro de 2025

Direita se une no segundo turno

 Para os diversos partidos da esquerda, a direita, na próxima sucessão presidencial, está dividida, beneficiando assim a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Essa divisão ocorre no primeiro turno, tal é o número de candidatos direitistas: senador Flávio Bolsonaro e os governadores Tarcisio de Freitas, Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Ratinho Junior.

Mas se a eleição for decidida no segundo turno, é outra historia. Os candidatos da direita vão se unir e apoiar o que estiver em melhores condições eleitorais. Lula, que é o favorito no primeiro turno, corre o risco  no segundo turno com a unidade da direita. Em política, tudo é possível.

Mas tudo vai depender das articulações políticas. Lula, no Nordeste, é muito forte. No Sul, no entanto, o seu desempenho não é dos melhores. Depende muito das composições políticas. A esquerda e a direita, isoladamente, não têm condições de eleger o presidente da República.  Precisam de apoio de outros partidos, principalmente do Centrão.

Neste momento, há um certo equilíbrio. Vai depender muito do desempenho da economia na data da eleição.

LEI MAGNITSKY

Os Estados Unidos retirou o ministro Alexandre de Moraes e sua esposa da lista de sanções da Lei Magnitsky. Mas não fez qualquer anuncio da decisão. Deve ter havido algum acordo entre os presidentes Donald Trump  e Luiz Inácio Lula da Silva.

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