Jorge Sampaoli, do Atlético Mineiro, é um técnico da improvisação. Em quase todas as partidas, não repete a mesma equipe. Improvisa, contrariando o pensamento majoritário de que futebol é conjunto, o que não acontece com o Galo.
Ter um jogador estrela, que decide, é importante, desde que jogue para a equipe. Não é o caso do Atlético, que teve um desempenho pífio no Campeonato Brasileiro. O melhor exemplo é o Mirassol, sem estrelas, foi a sensação do campeonato porque tem conjunto. Todos jogam para o time.
Não sabemos se Sampaoli vai continuar dirigindo a equipe em 2026. Se continuar não pode continuar com a improvisação deste ano. Precisa mudar.
Os dirigentes do Galo precisam também conversar mais, em respeito ao seu torcedor. Não pode ficar preso a gabinetes fechados.
Nós, jornalistas, não podemos incluir na escalação da equipe de determinado jogador depois que a partida terminar. Assim, o comentário fica fácil. Mas é uma minoria que age assim, pensando obviamente em seus clubes, ou é um apaixonado pela sua equipe.
Faço esse pequeno comentário de abafo como atleticano e não como jornalista, mesmo depois da goleada de 5 a 0 sobre o Vasco. Ainda assim houve protestos.
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