29 de maio de 2026

PT e a candidatura própria

 Se prevalecer a proposta de candidatura própria, o PT só tem um nome como candidato ao governo de Minas:a ex-prefeita de Contagem, Marilia Campos. Só que ela prefere disputar o Senado. Deixou a prefeitura de Contagem com esse objetivo.

A outra opção, fora do PT, seria o ex-prefeito de Belo Horizonte, Elias Kalil, filiado ao PDT. Ele já declarou que é candidato, mas tem problemas com o presidente Lula. Ambos não se entendem.

Não existe outro nome capaz de sensibilizar o eleitorado mineiro. Lula até que tentou com o senador Rodrigo Pacheco, mas ele recusou.

O que anima um pouco o PT é a fragilidade dos candidatos da direita. O   indicado pelo governador Romeu zema, Matheus Simões , ainda não decolou, e o que está na frente ,nas pesquisas, Cleitinho, ainda não assumiu a condição de candidato.

Minas, na realidade, ainda não tem candidato que possa empolgar o eleitorado. 

28 de maio de 2026

MG é problema para Lula e seus adversários

 Com a recusa do senador Rodrigo Pacheco de disputar o governo de Minas, o PT tem problema para indicar o seu candidato ao governo do Estado no segundo maior colégio eleitoral do País.

Os candidatos da direita não chegam a empolgar o eleitorado. O espaço esta vago para os aventureiros, o que não é bom para Minas Gerais.

Lula queria Pacheco concorrendo ao governo do Estado para ter um palanque eleitoral, mas preteriu  o senador mineiro ao cargo de ministro do STF para indicar o Jorge Messias, que não conseguiu aprovação do Senado.

Contribuiu pela sua derrota  o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que é amigo de Pacheco e queria que ele fosse o indicado.

A direita joga com o atual governador, Matheus Simões, que foi indicado pelo ex-governador Romeu Zema. Mas ele ainda não decolou.

O ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, é também candidato do PDT e pode ser uma solução para o PT.

O fato é que Minas ainda não tem um candidato consensual. Até o senador Cleitinho, que está na frente nas pesquisas, ainda não assumiu a condição de candidato ao governo de Minas. Seu nome verdadeiro: Cleiton Gontijo Azevedo. O mais é especulação.

23 de maio de 2026

Justiça italiana deixa mal o STF

 Ao negar a extradição da ex-deputada Carla Zambelli para o Brasil, a justiça italiana deixa mal o STF   que a condenou a 10 anos de prisão.

A justificativa é de que a condenação foi desproporcional e as provas foram fracas. Resultado; a ex-deputada está livre e fora da prisão.

A decisão da justiça italiana poderá ter reflexos na sucessão presidencial brasileira. Ninguém tem duvida disso. E como ficam os demais condenados pelo STF? 

O Congresso Nacional aprovou um projeto, transformado em lei, diminuindo a pena dos condenados, mas o STF entende que a lei é inconstitucional.

A relação Flávio-Vorcaro coloca também o candidato Flávio Bolsonaro em situação complicada.

A pesquisa Datafolha mostra o filho do ex-presidente Bolsonaro em queda. No segundo turno perderia para o candidato Lula, 47 a 43. No primeiro turno a diferença seria maior: 9%.

Mas é bom lembrar que Datafolha fez uma outra pesquisa em que a avaliação do governo é ruim.:38%. Apenas 32% consideram o governo bom.

Por aí se vê que a sucessão presidencial ainda está indefinida, embora a decisão final e política  sobre a extradição da ex-deputada vai defender do governo italiano..


19 de maio de 2026

O peso da lealdade de Pacheco

Pesou  na decisão de Rodrigo Pacheco a subordinação de lealdade ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que defendeu o senador mineiro como candidato ao Supremo Tribunal Federal. Lula preferiu indicar o Advogado Geral da União, Jorge Messias, que não conseguiu aprovação do Senado, e insistiu com Pacheco  como candidato ao governo de Minas. 

Rodrigo Pacheco foi eleito senador por Minas Gerais com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro e foi eleito presidente do Senado, também com o aval do ex-presidente.

Lula apoiou a reeleição de Pacheco como presidente do Senado e o preteriu como candidato ao STF, indicado o Advogado Geral da União, que foi derrotado.  Lula e Alcolumbre se estranharam para não dizer: romperam.

Mas não fica só nisso. Rodrigo Pacheco tem dúvidas quanto ao posicionamento do eleitorado conservador que o elegeu senador. Não sabe também qual será o comportamento eleitoral do PT de Minas Gerais, que advoga também o nome do ex-prefeito de Belo Horizonte como candidato.

Resta saber se Lula vai continuar insistindo com o nome do senador Rodrigo Pacheco como candidato ao governo de Minas. O presidente nacional do PT, Edinho Silva,  anunciou que o senador Rodrigo Pacheco não será candidato ao governo de MG,

A opção agora é o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, ou a ex-prefeita de Contagem, Marilia Campos, que prefere disputar o Senado


18 de maio de 2026

Candidatos sem palanque em MG

 Os candidatos à presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (reeleição) e o senador Flávio Bolsonaro ainda não têm palanque eleitoral em Minas Gerais.

Lula tenta com  Rodrigo Pacheco como candidato a governador, mas o senador mineiro está disposto a   não aceitar.

Já o senador Flávio Bolsonaro enfrenta a direita dividida no Estado. Minas, como se sabe, é o segundo maior eleitorado do Pais.

Lula vai continuar insistindo com Pacheco. Mas o padrinho do senador mineiro, Davi Alcolumbre, trabalha para que ele seja indicado a  ministro do Tribunal de Contas da União.

Se Pacheco não for candidato, o PT  pode indicar o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil.  Mas é bom lembrar que não é bom o relacionamento entre Lula e Kalil.

Já o senador Flávio Bolsonaro vai continuar trabalhando pela unidade da direita, mas sabe que não será fácíl por causa da posição contraria do ex-governador Romeu Zema.

Minas, que pode decidir a eleição, ainda não sabe em quem vai apoiar.

16 de maio de 2026

CPI do Banco Master

 Se for instituida a CPI do Banco Master, ninguém vai escapar. Tem muita gente importante envolvida, da direita e da esquerda, sem se falar em Flávio Bolsonaro e Lulinha.No caso do filho do presidente Lula, a enroscada é com os aposentados do INSS.

A tendência é não apurar nada. Deixar como está.  É possível até que a CPI não seja criada. A investigação até agora apurou pouco. O debate é mais político em época de eleição.

Mas haverá um perdedor, que é a democracia. O eleitor está perplexo diante desse cenário de incerteza. O Pais, realmente está sem rumo ´por falta de uma liderança política forte. Não há o que dizer mais.

13 de maio de 2026

A subordinação de Rodrigo Pacheco

 A possível subordinação de lealdade de Rodrigo Pacheco ao presidente do Senado Davi Alcolumbre é sintoma de que o senador mineiro não será candidato ao governador de Minas, conforme desejava o presidente Lula?

Na posse do novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Nunes Marques, o presidente Lula e Alcolumbre ficaram lado a lado, mudos, não fizeram qualquer gesto para cumprimentos, nem conversaram. Estariam rompidos? É possível, embora, em política, tudo  depende de acertos.

O que se sabe é que o presidente do Senado articula o nome de Rodrigo Pacheco para ministro do Tribunal de Contas da União.

Já a cúpula do PT fala em Alexandre Kalil, ex-prefeito de Belo Horizonte, como candidato ao governo de Minas. Kalil já anunciou que vai para a disputa pelo PDT. Ainda assim, o governo do presidente Lula tem esperança de Rodrigo Pacheco disputar o governo de Minas para ter um palanque eleitoral no Estado.

Os candidatos da direita, por sua vez, estão em conversações, mas sem qualquer definição. 





9 de maio de 2026

A corrupção terá predominância

 Infelizmente, a corrupção vai sobrepor ao programa de governo na campanha eleitoral dos candidatos à presidência da República e de governadores. Só se fala em desvio de dinheiro, crime organizado, violência, falta de segurança e muita mais, deixando o eleitor perplexo.

As pessoas não se entendem mais, até mesmo entre familiares. A tendência é piorar ainda mais, como resultado da polarização que existe hoje entre oposição e governo. 

Eu costumo dizer, como jornalista, que a boa notícia é a má noticia. É a que provoca maior impacto entre as pessoas. Se você é atropelado, a noticia veiculada é boa. Mas se nada aconteceu, a notícia deixa de existir.

O clima  é de pessimismo em relação as próximas eleições, a não ser que os candidatos pensem mais no cidadão e passem a trabalhar em benefício do Pais. Ainda bem que o eleitor hoje está mais consciente e sabe o que quer.

4 de maio de 2026

Fim de governo sem cafezinho

 O ex-governador Israel Pinheiro costumava dizer  que em fim de governo nem o garçon aparece para servir o cafezinho. Quer ficar longe. Está pensando quem será o próximo.

Não é o caso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que é candidato à reeleição. Pode continuar no Poder se for vitorioso nas próximas eleições., mas sofreu uma grande derrota com a indicação do Advogado Geral da União para ministro do STF.

Neste momento, está em queda nas pesquisas de popularidade e  em dificuldade para indicar candidatos ao governo nos Estados. Em Minas esta neste momento sem palanque eleitoral. 

O PT precisa formar novas aliança para continuar no Poder. Conta apenas com o PSOL, PDT, PSB. É muito pouco para quem deseja continuar no  governo.

Lula pecou não trabalhando para construir uma nova liderança política nacional. É só ele. Não existe outro nome capaz de sensibilizar o eleitorado brasileiro. Está colhendo o que plantou, porque o Poder também desgasta.

 Pode ser que ele ainda ´saia vitorioso. Mas vai ser muito dífícil. Fim do governo até o garçon não aparece para servir o cafezinho, conforme dizia o ex-governador Israel Pinheiro.

30 de abril de 2026

Mais uma derrota de Lula

 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sofreu mais uma derrota. O Congresso Nacional rejeitou o seu veto ao PL da Dosimetria, que reduz a pena dos julgados pelo STF no caso da quebradeira de 8 de janeiro em Brasilia.

Na Câmara a sua derrota foi por 318 a 144 votos e no Senado 49 a 24. O que está em jogo agora é a governabilidade, porque o governo é minoritário nas duas Casas do Congresso Nacional.

KALIL CANDIDATO?

O ex-prefeito de Belo Horizonte, Elias Kalil, está à espera de uma definição do senador Rodrigo Pacheco para saber de pode contar com o PT para disputar o governo de Minas.

O PTde Lula quer Pacheco como candidato para que o atual presidente tenha um palanque eleitoral no Estado.

Só que o senador continua em cima do muro sem saber se  pode contar com o eleitorado conservador que o elegeu para o Senado e tem dúvida quanto a fidelidade do eleitorado petista. Está disposto a não entrar na disputa

Atualmente, o ex-prefeito de BH está filiado ao PDT e é candidato ao governo do Estado. Mas só teria èxito se Pacheco não for candidato.

Kalil é mais conhecido em BH e no interior é muito fraco. Não tem mais o voto do atleticano.

Já o senador Rodrigo Pacheco seria o principal candidato, tendo em vista a fragilidade dos demais postulantes ao governo de Minas.

Pacheco sai e Kalil entra ?

 Jorge Nessias precisava  de 41 votos para ser aprovado pelo Senado e ser nomeado a ministro do Supremo Tribunal Federal. Obteve apenas 34 votos e foi derrotado. Contra a sua indicação, votaram 42 senadores. Mais uma derrota do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Contribuiu para a derrota de Messias o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que se sentiu traido pelo presidente Lula ao preterir a indicação do senador Rodrigo para ministro do STF.

O que se comenta agora é que o presidente Lula não vai mais indicar o senador Rodrigo Pacheco como candidato ao governo de Minas. Pacheco não está disposto também a entrar na disputa.

. A preferência agora seria pelo ex-prefeito de Belo Horizonte, Elias Kalil.  

Azedou também o relacionamento entre o presidente Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Agora, Lula conta apenas com o possível apoio do presidente da Câmara dos Deputados,  Hugo Motta. Com isso, a candidatura do presidente Lula à reeleição fica fragilizada.

19 de abril de 2026

Lula eliminou seus possíveis opositores

Com habilidade, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva eliminou os principais opositores da esquerda à sua reeleição à presidência da Republica: Guilherme Boulos e Fernando Haddad. O primeiro era tido como virtual candidato, mas Lula o convenceu a participar do seu governo como ministro da Secretaria Geral da Presidência da República e Fernando Haddad será candidato a governador de São Paulo.

Com isso, Lula não terá candidato de esquerda à sua sucessão. Será ele mesmo. E há uma razão: Lula não se preocupou em construir uma liderança forte dentro do PT e demais legendas que apoiam o seu governo. Não queria ser incomodado. Está solto agora.

Com  Boulos e Haddad fora da disputa presidencial, Lula será candidato único a sua reeleição, concorrendo com os demais candidatos da direita. 

 É possível que para a eleição de 2030, Lula, reeleito, trabalhe para construir uma nova liderança. Em política, tudo é possível. 



12 de abril de 2026

A fragilidade de candidatos anima Pacheco

 Como possível candidato ao governo de Minas, qual seria o discurso do senador Rodrigo Pacheco?

A sua prolongada indefinição de candidato é a constatação de que ainda não tem pronto o seu discurso.

Provavelmente, Rodrigo Pacheco ainda não sabe se poderá contar com o voto do eleitor conservador que o elegeu senador de Minas com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro.

É possível que Pacheco esteja também em dúvida quanto ao posicionamento eleitoral dos partidos de esquerda, principalmente o PT. Mas Lula deseja que o senador seja  candidato para ter um palanque em Minas Gerais. 

Lula, como se sabe, apoiou a reeleição de Pacheco à presidência do Senado, mas preteriu o senador na indicação para ministro do STF.

Não vai ser fácil o discurso de Rodrigo Pacheco .Ele  foi muito habilidoso obtendo o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro na sua eleição para o Senado, além de conseguir o aval do presidente Lula na  sua reeleiçâo para presidir aquela Casa.

O difícil mesmo é saber qual será posicionamento do eleitor conservador e de esquerda na eleição para governador de Minas. Pacheco ainda não sabe. Mas a fragilidade dos candidatos da direita anima Pacheco.

1 de abril de 2026

O fim da CPMI do INSS

 O fim da CPMI  do INSS a transformou num jogo político entre os integrantes da direita e da esquerda. Resta saber quem saiu ganhando em termos eleitorais. Sem apoio de alguns elementos da Centrão, a esquerda não teria condições de inviabilizar a CPMI.

Quem saiu perdendo foram os aposentados e pensionistas do INSS que tiveram os seus proventos roubados pelos detentores do poder, prevalecendo assim a impunidade.

O parecer do relator não foi votado, o mesmo ocorrendo com o parecer alternativo elaborado pelos governistas.

Mas ninguém tem dúvida de que o fim da CPMI do INSS terá reflexos  na eleição presidencial entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (reeleição) e o senador  Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O eleitor é que vai decidir.



23 de março de 2026

Pacheco está com Lula

 O senador Rodrigo Pacheco, filiado agora ao PSB  já fez a sua opção política: está com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Só não disse que aceita o pedido do atual presidente para disputar o governo de Minas nas eleições deste ano.

O senador mineiro continua em cima do muro, porque ainda não sabe se o eleitorado conservador que o elegeu senador estará com ele nas próximas eleições. ´E possível que tenha também dúvida quanto ao posicionamento dos partidos de esquerda, principalmente do PT. Mas vai acabar aceitando o pedido do presidente Lula.

Na visita que o presidente Lula fez a Minas (Betim e Sete Lagoas). o senador Rodrigo Pacheco fez elogios a atual presidente, mas preferiu dizer que ainda não decidiu se concorre ao governo de Minas. Vai depender de avaliações partidárias.

É bom esclarecer que Pacheco foi eleito presidente do Senado com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na sua reeleição, teve também o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Só não gostou do presidente Lula indicar o Advogado Geral da União, Jorge Messias, para ministro do STF, já que era um postulante. Mas o tempo se encarregou de uma aproximação entre Lula e Pacheco, embora a indicação de Messias ainda não tenha sido aprovada pelo Senado.

O que anima Pacheco na disputa pelo governo de Minas é a carência de lideranças políticas no Estado. Os atuais postulantes são fracos e com pouca densidade eleitoral.

18 de março de 2026

Sucessão mineira depende das convenções

Nada está decidido sobre a sucessão mineira. A decisão sobre os prováveis candidatos só será decidida depois das convenções.  O que existe é especulação.

O vice governador Mateus Simões é tido como candidato do governador Romeu Zema. Mas é pouco conhecido. Consequentemente, é fraco.

O ex-prefeito de Belo Horizonte, Elias Kalil, é apontado como candidato do PDT, mas é fraco também. A sua maior votação é em BH.

O senador Rodrigo Pacheco seria o candidato do presidente Lula, mas não disputaria pelo PT. Continua em cima do muro. Não confia muito no atual presidente pelo fato de ter sido preterido na indicação para ministro do STF.

A Incógnita é o ex-governador Aécio Neves. Como raposa, fica só na conversa. Mas não deve ser desprezado.

Os demais possíveis candidatos não têm força partidária. Portanto, não entrariam na disputa. 

2 de março de 2026

Lula e Pacheco: desconfiança mútua

 A desconfiança é mútua entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Rodrigo Pacheco. Ao indicar o Advogado-Geral da União, Jorge Messias, para ministro do Supremo Tribunal Federal, o presidente Lula preteriu o senador mineiro, que reinvindicava o cargo. Entre Messias e Pacheco, o presidente optou pelo primeiro. Obviamente, Rodrigo Pacheco não ficou nada satisfeito.

Agora, o presidente Lula quer Rodrigo Pacheco como candidato ao governo de Minas para ter um palanque eleitoral no Estado. O senador pode até disputar o governo , mas não confia  no presidente Lula. Portanto,  desconfiança é mútua.

Além da desconfiança, senador Rodrigo Pacheco está em dúvida sobre o posicionamento do eleitorado conservador  e dos partidos de esquerda, principalmente do PT, na eleição para governador.

Pacheco, como se sabe, foi eleito senador pelo eleitor conservador e teve o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro para presidir o Senado. Teve o aval do atual presidente Lula para a sua reeleição.

É natural, portanto, que o senador Rodrigo Pacheco pense bem antes de decidir se entra ou não  na disputa pelo governador de Minas, dai a sua indecisão.







26 de fevereiro de 2026

Minas sem candidato

 Minas ainda não tem candidato forte ao governo do Estado. O vice governador Mateus Simões é o candidato do governador Romeu Zema, mas é pouco conhecido e difícil no relacionamento.

O ex-prefeito Elias kalil, que disputaria pelo PDT, só tem voto mesmo em Belo Horizonte. Já o senador Rodrigo Pacheco, que continua em cima do muro, é o candidato preferido do presidente Lula para ter um palanque eleitoral em Minas.

Pode ser que apareça outro candidato. Mas, na realidade, Minas ainda não tem candidato ao governo do Estado, por falta de liderança.

Por isso mesmo é difícil fazer qualquer previsão sobre a sucessão mineira. Só depois das convenções partidárias para a indicação de candidatos, será possível fazer uma melhor avaliação. Por enquanto, o eleitorado está alheio ao processo eleitoral. Descrente.

16 de fevereiro de 2026

O motivo da indecisão de Pacheco

 Em política, tudo é possível. É o caso do senador Rodrigo Pacheco, que pode ou não disputar o governo de Minas nas próximas eleições.  O presidente Lula insiste para que ele seja candidato para ter um palanque eleitoral em Minas Gerais. Mas Pacheco está indeciso e diz que na hora certa vai decidir.

O desejo do senador mineiro era a sua indicação para ministro do Supremo Tribunal Federal. Mas Lula acabou indicado o Advogado Geral da União, Jorge Messias. Pacheco não gostou de ser preterido.

Mas existem outros motivos da indecisão de Pacheco de concorrer ao governo de Minas. Ele não sabe se terá o voto do eleitor conservador que o elegeu senador. Tem dúvida também do eleitor do PT e dos demais partidos de esquerda.

Rodrigo Pacheco, como se sabe, foi eleito para presidente do Senado com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro e foi reeleito com o aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, É possível que Pacheco não confie no eleitor conservador e tem dúvida também do posicionamento do eleitorado de Lula e dos partidos de esquerda, dai a sua indecisão. Mas deve haver outro motivo. Algumas lideranças do PT de MG garantem que Pacheco decidiu que será candidato de Lula ao governo de Minas. 

Em política, tudo é possível quando está em jogo o Poder.

7 de fevereiro de 2026

Espera-se uma eleição limpa

 A  última eleição presidencial foi muito contestada pela oposição, principalmente pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.  Falaram muito em fraude, urnas eletrônica e outras coisas mais. Lula foi o vitorioso.

Agora, a eleição presidencial será comandada no TSE por dois ministros indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro ao STF: Nunes Marques (presidente) e André Mendonça (vice-presidente).

Espera-se que a eleição seja limpa, sem fraude e contestações. Apesar da polarização entre esquerda e direita, está todo mundo de olho nas urnas eletrônicas. A impressão que se tem é que por parte da Justiça Eleitoral não haverá qualquer irregularidade que conteste o resultado da eleição. Só assim poderemos dizer que estamos num Pais democrático.

Mas para isso o TSE tem  de tomar as suas decisões de acordo com a lei.


2 de fevereiro de 2026

Lula é candidato certo

 Certo mesmo, só existe um candidato  á presidência da República: o petista Luiz Inácio Lula da Silva, que vai tentar a reeleição. A Direita pode concorrer com o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, ou com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Mas Tarcísio continua dizendo  que vai disputar a reeleição.

Mas as definições, incluindo outros candidatos, só deverão ocorrer depois das convenções partidárias. Por enquanto, a sucessão presidencial está indefinida, aguardando a indicação dos demais candidatos pelas convenções.

Na mesma situação está a eleição para governadores, sem qualquer definição, principalmente nos dois principais colégios eleitorais: São Paulo e Minas Gerais.

O governador Tarcísio de Freitas, de São Paulo, continua dizendo que é candidato à reeleição. Mas o Centrão quer que ele seja o candidato à sucessão de Lula.

Já em Minas Gerais a situação é mais complicada por falta de uma forte liderança. O presidente Lula, ainda sem palanque no Estado, continua insistindo com o senador Rodrigo Pacheco. O vice-governador Mateus Simões, pouco conhecido, é o candidato do governador Romeu Zema.A incógnita é o ex-governador Aécio Neves, que ainda não declarou que é candidato. É uma velha raposa.


31 de janeiro de 2026

Segundo turno é problema para Lula

 É natural que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteja na frente nas pesquisas como candidato ``a reeleição. Afinal, é o único candidato dos partidos de esquerda, ao contrário da Direita que tem vários pretendentes: Flávio, Tarcisio, Caiado, Zema e Ratinho. Lula, portanto, será o mais votado no primeiro turno.

Mas se a eleição  for decidida no segundo turno - é quase certo - os candidatos da Direita vão se unir e o mais votado receberá o apoio dos demais. Provavelmente, nenhum deles dará apoio ao presidente Lula.

Outro detalhe: os maiores colégios eleitorais do Pais - São Paulo, Minas Gerais , Rio de Janeiro, entre outros - são governados pela oposição.

Lula é majoritário no Nordeste. É realmente forte. Mas não terá a mesma votação da eleição anterior. No Ceará, por exemplo, Ciro Gomes, que faz dura oposição ao atual  governo, está bem situado nas pesquisas como candidato a governador. O presidente tem algumas dificuldades também na Bahia.

No caso de Minas Gerais, Lula está sem palanque eleitoral, a não ser que convença o senador Rodrigo Pacheco a disputar o governo do Estado. Ainda não está acertada uma candidatura em São Paulo. Vai depender muito das articulações partidárias. Por aí se vê que a sucessão presidencial ainda está indefinida.

26 de janeiro de 2026

Sampaoli gosta de improvisar

 Futebol é conjunto, entrosamento  e não improvisação. Mas o técnico do Atlético Sampaoli não pensa assim. Gosta da improvisação, contrariando assim a maioria dos técnicos e torcedores. Não fala o português e ninguém entende o que fala.

A imprensa, de um modo geral, contribui para que isso aconteça, ao dar  grande  espaço a Sampaoli A entrevista fica muito cansativa, principalmente se o Galo  empata ou perde a partida.

Quem deveria falar mais são os donos da SAF, mas eles não falam. São vitoriosos como empresários do setor privado, mas poucos familiarizados como gestor de futebol

Outro detalhe: durante todo o  jogo, Sampaoli não para de andar. É possível que a sua atividade seja superior a de alguns atletas. Fica sempre nervoso e em  alguns casos aparece como brigão, como ocorreu no empate com o América.

Difícil, portanto, fazer qualquer previsão sobre o que poderá ocorrer com o Galo em 2026. É só não repetir os dois últimos anos:24 e 25.

Neste momento, o que está salvando Sampaoli foi a vitória sobre o Cruzeiro.

22 de janeiro de 2026

Lula insiste com Rodrigo Pacheco

 Sem palanque em Minas Gerais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai continuar insistindo para que o senador Rodrigo Pacheco seja candidato ao governo do Estado. Na sua primeira tentativa, o senador mineiro recusou o convite logo após o presidente anunciar que o seu candidato ao Supremo Tribunal Federal era Jorge Messias, Advogado-Geral da União.

Pacheco não ficou satisfeito, já que era o preferido da  maioria dos senadores e de alguns ministros do STF. Mas este não era o principal motivo da recusa do convite.

O senador mineiro tinha dúvidas sobre a sua eleição para governador.. Não confia muito  no eleitorado conservador que o elegeu senador. Não tem  certeza da fidelidade do eleitorado petista.

Rodrigo Pacheco, como se sabe,  teve o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro para presidente do Senado. Foi apoiado também pelo presidente Lula na sua reeleição.

 Pacheco continua na dúvida e só será candidato se tiver a certeza que pode contar com o eleitorado conservador e dos petistas mineiros. Só Lula poderá convence-lo. Por quanto, o senador mineiro continua em cima do muro.

19 de janeiro de 2026

PT e a sucessão mineira

 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua sem palanque em Minas Gerais. O motivo é a falta de candidato ao governo do Estado por falta de densidade eleitoral.. Lula queria como candidato o senador Rodrigo Pacheco, mas ele recusou. Pode ser ainda que seja candidato.

As outras opções do PT: o ex-tucano e ministro Alexandre Silveira e o ex-prefeito de BH. Alexandre Kalil. O primeiro não larga a saia de Lula e tem o apoio da ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, que prefere disputar o Senado .

O ex-prefeito Kalil seria a segunda opção, mas é pouco conhecido e não tem mais voto do atleticano. A cúpula nacional do PT já conversou com ele. Fora esses dois candidatos. O PT não tem outro nome.

A sua salvação é ter como concorrente o vice-governador, Matheus Simões, que tem o apoio do governador Romeu Zema, mas é pouco conhecido.

Quem pode surpreender é o ex-governador Aécio Neves. É uma raposa e trabalha em silêncio. Aprendeu muito com o seu avô, o falecido Tancredo Neves. Ele ainda não disse que é candidato.      


9 de janeiro de 2026

Brasil no quintal dos Estados Unidos

 Não adianta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva espernear. O Brasil  está no quintal dos Estados Unidos, assim como outros paises da America Latina. Tudo depende dos americanos. Se não seguirem  as regras do governo, sofrem as consequências. 

O melhor exemplo vem da Venezuela, com a destituição e prisão do ditador Maduro. Bastou o governo venezuelano contrariar os interesses dos americanos para o presidente Trump destituir o ditador Maduro, violando assim a soberania daquele Pais.

As reações no mundo inteiro são favoráveis e contra a decisão do governo americano. A direita e a esquerda estão em conflito. Não se entendem. O mundo está realmente conturbado, imprevisível. O que está prevalecendo é o Poder Militar. A democracia fica em plano secundário.Infelizmente.