Com a recusa do senador Rodrigo Pacheco de disputar o governo de Minas, o PT tem problema para indicar o seu candidato ao governo do Estado no segundo maior colégio eleitoral do País.
Os candidatos da direita não chegam a empolgar o eleitorado. O espaço esta vago para os aventureiros, o que não é bom para Minas Gerais.
Lula queria Pacheco concorrendo ao governo do Estado para ter um palanque eleitoral, mas preteriu o senador mineiro ao cargo de ministro do STF para indicar o Jorge Messias, que não conseguiu aprovação do Senado.
Contribuiu pela sua derrota o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que é amigo de Pacheco e queria que ele fosse o indicado.
A direita joga com o atual governador, Matheus Simões, que foi indicado pelo ex-governador Romeu Zema. Mas ele ainda não decolou.
O ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, é também candidato do PDT e pode ser uma solução para o PT.
O fato é que Minas ainda não tem um candidato consensual. Até o senador Cleitinho, que está na frente nas pesquisas, ainda não assumiu a condição de candidato ao governo de Minas. Seu nome verdadeiro: Cleiton Gontijo Azevedo. O mais é especulação.
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