A possível subordinação de lealdade de Rodrigo Pacheco ao presidente do Senado Davi Alcolumbre é sintoma de que o senador mineiro não será candidato ao governador de Minas, conforme desejava o presidente Lula?
Na posse do novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Nunes Marques, o presidente Lula e Alcolumbre ficaram lado a lado, mudos, não fizeram qualquer gesto para cumprimentos, nem conversaram. Estariam rompidos? É possível, embora, em política, tudo depende de acertos.
O que se sabe é que o presidente do Senado articula o nome de Rodrigo Pacheco para ministro do Tribunal de Contas da União.
Já a cúpula do PT fala em Alexandre Kalil, ex-prefeito de Belo Horizonte, como candidato ao governo de Minas. Kalil já anunciou que vai para a disputa pelo PDT. Ainda assim, o governo do presidente Lula tem esperança de Rodrigo Pacheco disputar o governo de Minas para ter um palanque eleitoral no Estado.
Os candidatos da direita, por sua vez, estão em conversações, mas sem qualquer definição.
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