19 de maio de 2026

O peso da lealdade de Pacheco

Pesou  na decisão de Rodrigo Pacheco a subordinação de lealdade ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que defendeu o senador mineiro como candidato ao Supremo Tribunal Federal. Lula preferiu indicar o Advogado Geral da União, Jorge Messias, que não conseguiu aprovação do Senado, e insistiu com Pacheco  como candidato ao governo de Minas. 

Rodrigo Pacheco foi eleito senador por Minas Gerais com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro e foi eleito presidente do Senado, também com o aval do ex-presidente.

Lula apoiou a reeleição de Pacheco como presidente do Senado e o preteriu como candidato ao STF, indicado o Advogado Geral da União, que foi derrotado.  Lula e Alcolumbre se estranharam para não dizer: romperam.

Mas não fica só nisso. Rodrigo Pacheco tem dúvidas quanto ao posicionamento do eleitorado conservador que o elegeu senador. Não sabe também qual será o comportamento eleitoral do PT de Minas Gerais, que advoga também o nome do ex-prefeito de Belo Horizonte como candidato.

Resta saber se Lula vai continuar insistindo com o nome do senador Rodrigo Pacheco como candidato ao governo de Minas. O presidente nacional do PT, Edinho Silva,  anunciou que o senador Rodrigo Pacheco não será candidato ao governo de MG,

A opção agora é o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, ou a ex-prefeita de Contagem, Marilia Campos, que prefere disputar o Senado


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