21 de junho de 2026

Lula e Flávio no segundo turno

 Tudo indica que a sucessão presidencial será decidida no segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro.

É possível que no primeiro turno Lula saia na frente com o apoio do PT, PSB, PDT, PC do B e PSOL. Já o senador Flávio Bolsonaro, provavelmente, vai com as legendas da direita.  A tendência do Centrão  é a neutralidade, mas no segundo turno pode apoiar o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Mas tudo está preso ao desempenho dos candidatos durante a campanha eleitoral. Os partidos da direita unidos  deverão trabalhar pela eleição de Flávio Bolsonaro e os da esquerda estarão com Lula.. Difícil, portanto, fazer qualquer previsão sobre o candidato vitorioso.

Nos dois maiores colégios eleitorais do País, Minas e São Paulo, a tendência é uma vitória apertada do senador Flávio Bolsonaro, mas Lula é muito forte no Nordeste. Pode surpreender.

No caso de São Paulo, o   candidato  a governador, Tarcísio de Freitas, será um puxador de votos para o filho do ex-presidente.

A incógnita é Minas Gerais. O presidente Lula está sem palanque com a recusa do senador Rodrigo Pacheco de disputar o governo de Minas. Flávio Bolsonaro, por sua vez, não sabe com quem pode contar.

Conclusão: a sucessão presidencial está ainda sem definição. Começa a clarear com a oficialização dos candidatos pela Justiça Eleitoral.

 

  



















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13 de junho de 2026

Não existe candidato f


As convenções partidárias para a indicação de candidatos às próximas eleições serão iniciadas no dia 20 de julho e terminam no dia 5 de agosto. Até lá não se pode falar em candidato favorito, porque os possíveis postulantes ainda  não foram definidos pelos partidos e terão de ser aprovados pelas convenções.

Alguns  que estão aparecendo como favoritos podem cair fora. Outros estão em negociação. Não existe, portanto, candidatura oficial. É só especulação, com base nas pesquisas.

Depois das convenções, ai sim, será possível fazer uma analise mais profunda sobre os candidatos.

Em Minas Gerais, por exemplo, o PT e os partidos de esquerda, ainda não definiram qual será o seu candidato. O presidente Lula queria  o senador Rodrigo Pacheco, mas ele recusou o convite.

Fala-se agora no nome da ex-prefeita de Contagem, Marilia Campos, mas ela prefere disputar o Senado. O ex-prefeito de Belo Horizonte, Elias Kalil, é outro nome.

Já Mateus Simões foi indicado pelo ex-governador Romeu Zema, mas não está bem nas pesquisas.

O favorito nas pesquisas é o senador Cleitinho, que ainda não decidiu se  será ou não candidato ao governo de Minas.A impressão que se tem é que ele não será candidato.

5 de junho de 2026

O PT vai na garupa de outro candidato?

 O PT ainda está sem candidato ao governo de Minas. O senador Rodrigo Pacheco, do PSB, que era o candidato indicado pelo presidente Lula, recusou o convite. Agora, o Partido dos Trabalhadores trabalha apenas com um nome:, a ex-prefeita de Contagem, Maria Campos. Só que ela prefere concorrer ao Senado.

Fora da legenda, o PT  pode apoiar o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alias Kalil. que já anunciou que é candidato pelo PDT. Mas ele não seria o candidato do presidente Lula e o ex-prefeito de BH está bem distanciado do ex-presidente.

O ex-vereador Gabriel Azevedo, do MDB, é outro candidato que estaria em conversações com a cúpula do PT.

Para alguns observadores políticos, o PT só tem  um nome viável; a ex-prefeita de Contagem, Marilia Campos. Mas se ela optar pelo Senado, o PT vai na garupa de um outro postulante fora da legenda?

4 de junho de 2026

BH, uma cidade suja

 Quando prefeito de Fortaleza, Ciro Gomes, bem cedo e em seu veículo particular, percorria a cidade a fim de conhecer os seus problemas. Depois se reunia com seus subordinados para conferir as suas informações. Nem sempre, a resposta era positiva. Mas a cidade estava limpa e com poucos problemas.

Prefeito de Belo Horizonte, Osvaldo Pieruccetti não tinha o mesmo hábito, mas contratou pessoas de confiança para conhecer melhor os problemas da cidade. Se em alguma praça a torneira estava aberta com desperdício de água o servidor contratado resolvia o problema. 

Foi assim no passado, bem longe. O vereador não era remunerado. Trabalhava por idealismo e pelo seu bairro. O problema é que a cidade cresceu, aumentando assim as suas dificuldades.

Mas é preciso que o atual  prefeito siga o exemplo de Ciro Gomes e Osvaldo Pieruccetti. Não fique preso em seu gabinete. É possível que a publicidade seja maior do que a própria obra.

O fato é que BH é uma cidade muita suja e não poderia ter o nome agora de Belo Horizonte.