18 de maio de 2026

Candidatos sem palanque em MG

 Os candidatos à presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (reeleição) e o senador Flávio Bolsonaro ainda não têm palanque eleitoral em Minas Gerais.

Lula tenta com  Rodrigo Pacheco como candidato a governador, mas o senador mineiro está disposto a   não aceitar.

Já o senador Flávio Bolsonaro enfrenta a direita dividida no Estado. Minas, como se sabe, é o segundo maior eleitorado do Pais.

Lula vai continuar insistindo com Pacheco. Mas o padrinho do senador mineiro, Davi Alcolumbre, trabalha para que ele seja indicado a  ministro do Tribunal de Contas da União.

Se Pacheco não for candidato, o PT  pode indicar o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil.  Mas é bom lembrar que não é bom o relacionamento entre Lula e Kalil.

Já o senador Flávio Bolsonaro vai continuar trabalhando pela unidade da direita, mas sabe que não será fácíl por causa da posição contraria do ex-governador Romeu Zema.

Minas, que pode decidir a eleição, ainda não sabe em quem vai apoiar.

16 de maio de 2026

CPI do Banco Master

 Se for instituida a CPI do Banco Master, ninguém vai escapar. Tem muita gente importante envolvida, da direita e da esquerda, sem se falar em Flávio Bolsonaro e Lulinha.No caso do filho do presidente Lula, a enroscada é com os aposentados do INSS.

A tendência é não apurar nada. Deixar como está.  É possível até que a CPI não seja criada. A investigação até agora apurou pouco. O debate é mais político em época de eleição.

Mas haverá um perdedor, que é a democracia. O eleitor está perplexo diante desse cenário de incerteza. O Pais, realmente está sem rumo ´por falta de uma liderança política forte. Não há o que dizer mais.

13 de maio de 2026

A subordinação de Rodrigo Pacheco

 A possível subordinação de lealdade de Rodrigo Pacheco ao presidente do Senado Davi Alcolumbre é sintoma de que o senador mineiro não será candidato ao governador de Minas, conforme desejava o presidente Lula?

Na posse do novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Nunes Marques, o presidente Lula e Alcolumbre ficaram lado a lado, mudos, não fizeram qualquer gesto para cumprimentos, nem conversaram. Estariam rompidos? É possível, embora, em política, tudo  depende de acertos.

O que se sabe é que o presidente do Senado articula o nome de Rodrigo Pacheco para ministro do Tribunal de Contas da União.

Já a cúpula do PT fala em Alexandre Kalil, ex-prefeito de Belo Horizonte, como candidato ao governo de Minas. Kalil já anunciou que vai para a disputa pelo PDT. Ainda assim, o governo do presidente Lula tem esperança de Rodrigo Pacheco disputar o governo de Minas para ter um palanque eleitoral no Estado.

Os candidatos da direita, por sua vez, estão em conversações, mas sem qualquer definição. 





9 de maio de 2026

A corrupção terá predominância

 Infelizmente, a corrupção vai sobrepor ao programa de governo na campanha eleitoral dos candidatos à presidência da República e de governadores. Só se fala em desvio de dinheiro, crime organizado, violência, falta de segurança e muita mais, deixando o eleitor perplexo.

As pessoas não se entendem mais, até mesmo entre familiares. A tendência é piorar ainda mais, como resultado da polarização que existe hoje entre oposição e governo. 

Eu costumo dizer, como jornalista, que a boa notícia é a má noticia. É a que provoca maior impacto entre as pessoas. Se você é atropelado, a noticia veiculada é boa. Mas se nada aconteceu, a notícia deixa de existir.

O clima  é de pessimismo em relação as próximas eleições, a não ser que os candidatos pensem mais no cidadão e passem a trabalhar em benefício do Pais. Ainda bem que o eleitor hoje está mais consciente e sabe o que quer.

4 de maio de 2026

Fim de governo sem cafezinho

 O ex-governador Israel Pinheiro costumava dizer  que em fim de governo nem o garçon aparece para servir o cafezinho. Quer ficar longe. Está pensando quem será o próximo.

Não é o caso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que é candidato à reeleição. Pode continuar no Poder se for vitorioso nas próximas eleições., mas sofreu uma grande derrota com a indicação do Advogado Geral da União para ministro do STF.

Neste momento, está em queda nas pesquisas de popularidade e  em dificuldade para indicar candidatos ao governo nos Estados. Em Minas esta neste momento sem palanque eleitoral. 

O PT precisa formar novas aliança para continuar no Poder. Conta apenas com o PSOL, PDT, PSB. É muito pouco para quem deseja continuar no  governo.

Lula pecou não trabalhando para construir uma nova liderança política nacional. É só ele. Não existe outro nome capaz de sensibilizar o eleitorado brasileiro. Está colhendo o que plantou, porque o Poder também desgasta.

 Pode ser que ele ainda ´saia vitorioso. Mas vai ser muito dífícil. Fim do governo até o garçon não aparece para servir o cafezinho, conforme dizia o ex-governador Israel Pinheiro.