Minas sempre foi importante no senário político nacional. Era ouvida. Agora, não. Mais por falta de liderança.
Ainda não sabemos quem será candidato a governador. O único que aparece é o vice-governador Matheus Simões, apoiado pelo governador Romeu Zema. Mas é pouco conhecido.
Outros nomes: senador Rodrigo Pacheco, Aécio Neves, Elias Kalil, entre outros. Mas Pacheco dificilmente será candidato. Vai decidir em março. O presidente Lula gostaria que ele entrasse na disputa. Mas o seu desejo era o STF. Não deu. Lula indicou Jorge Messias, que está empacado no Senado.
O PT pensou também na prefeita de Contagem, Marilia Campos, que dificilmente aceitaria por ser conhecida apenas no seu município. Sobrou o ex-prefeito de Belo Horizonte, Elias Kalil, que pode aceitar. Ele já foi sondado pela cúpula do PT. . Mas é fraco no interior.
O ministro Alexandre da Silveira, de Minas e Energia, não deve ser desprezado. Está agarrado no presidente Lula.
Aécio Neves, que já foi governador, é apenas um expectador.
Novos nomes vão surgir. O difícil é encontrar um candidato que tenha liderança e seja aceito pela sociedade.
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