O senador peemedebista Jarbas Vasconcelos, que acusou parte do PMDB de manipular licitações ilícitas e outras falcatruas, quer agora constituir uma Frente anticorrupção para atuar nos três Poderes - Legislastivo, Executivo e Judiciário, incluindo também o Ministério Público.
O difícil é saber quem está disposto a participar dessa Frente. No momento, apenas dois parlamentares admitem participar da iniciativa do senador pernambucano: o peemedebista Pedro Simon e Fernando Gabeira, do PV.
É muito pouco, tendo em vista que existem 513 deputados federais e 8l senadores. Ainda bem que a Frente anticorrupção é superpartidária. Dela podem participar pessoas de outras instituiçlões não comprometidas com a corrupção.
A expectativa do senador Jarbas Vascelos é de que a sua proposta tenha a participação da sociedade.
2 de março de 2009
28 de fevereiro de 2009
Tucanos estão num beco sem saida
Os tucanos estão num beco sem saida para a indicação do candidato do partido à presidência da República em 2010. Com ou sem prévias, a legenda sai racha. Ninguém tem dúvida disso.
As prévias, por mais democráticas que sejam, racham o partido, mesmo porque toda disputa deixa sempre uma sequela.
O governador de Minas, Aécio Neves, defende a sua realização por entender que elas são instrumentos de união e não de desagregação. É possível que se a sua proposta não for concretizada, ele tome outros caminhos.
O seu concorrente dentro do partido, o governador de São Paulo, José Serra, aceita participar das prévias, mas estaria ainda trabalhando para a sua inviabilização. Quer dizer: ainda não se sabe, efetivamente, se o PSDB vai mesmo promovê-las para indicar o seu candidato à sucessão do presidente Lula. O partido está realmente num beco sem saida.
As prévias, por mais democráticas que sejam, racham o partido, mesmo porque toda disputa deixa sempre uma sequela.
O governador de Minas, Aécio Neves, defende a sua realização por entender que elas são instrumentos de união e não de desagregação. É possível que se a sua proposta não for concretizada, ele tome outros caminhos.
O seu concorrente dentro do partido, o governador de São Paulo, José Serra, aceita participar das prévias, mas estaria ainda trabalhando para a sua inviabilização. Quer dizer: ainda não se sabe, efetivamente, se o PSDB vai mesmo promovê-las para indicar o seu candidato à sucessão do presidente Lula. O partido está realmente num beco sem saida.
27 de fevereiro de 2009
Peemedebistas querem uma definião de Hélio Costa
Peemedebitas mineiros querem uma definição clara do ministro Hélio Costa, das Comunicações, sobre a sucessão estadual em 2010, ou seja, se ele será realmente candidato ao governo de Minas ou se vai tentar a reeleição ao Senado.
Deputados como Adalclever Lopes entendem que o ministro não teria qualquer problema na sua postulação de concorrer ao governo do Estado. Mas é preciso que ele defina claramente.
O deputado Antônio Júlio disse que colocaria o seu nome na disputa caso o ministro Hélio Costa não seja candidato.
Todos esses assuntos deverão ser debatidos no próximo dia 12 em Belo Horizonte, quando as principais lideranças do partido estarão reunidos com o objetivo de mobilizar desde já a legenda para as eleições de 2010. Desse encontro participarão também os prefeitos mineiros eleitos pelo PMDB.
Deputados como Adalclever Lopes entendem que o ministro não teria qualquer problema na sua postulação de concorrer ao governo do Estado. Mas é preciso que ele defina claramente.
O deputado Antônio Júlio disse que colocaria o seu nome na disputa caso o ministro Hélio Costa não seja candidato.
Todos esses assuntos deverão ser debatidos no próximo dia 12 em Belo Horizonte, quando as principais lideranças do partido estarão reunidos com o objetivo de mobilizar desde já a legenda para as eleições de 2010. Desse encontro participarão também os prefeitos mineiros eleitos pelo PMDB.
26 de fevereiro de 2009
Corrupto, mas cobiçado
O senador peemedebista Jarbas Vasconcelos acusou o PMDB de integrar a seus quadros políticos que se preocupam apenas em manipular licitações ilicitas, ocupar cargos público e outras coisas mais.
Mas fez questão de dizer que não é todo o PMDB que é corrupto. Apesar das duras acusações do senador pernambucano, o PMDB ainda é o partido mais cobiçado pelo governo e pela oposição na sucessão presidencial.
Certos setores do PT já articulam o nome do presidente do PMDB, Michel Temer, para ser o vice na chapa encabeçada pela ministra Dilma Roussef, na sucessão do presidente Lula. Com isso, o PMDB de São Paulo, sairia rachado na próxima sucessão presidencial.
Para evitar que isso aconteça, tucanos de São Paulo querem também Michel Temer como vice na chapa de José Serra.
O que prevalece em toda essa discussão é o pragmatismo. As questões éticas ficam de fora. Infelizmente.
Mas fez questão de dizer que não é todo o PMDB que é corrupto. Apesar das duras acusações do senador pernambucano, o PMDB ainda é o partido mais cobiçado pelo governo e pela oposição na sucessão presidencial.
Certos setores do PT já articulam o nome do presidente do PMDB, Michel Temer, para ser o vice na chapa encabeçada pela ministra Dilma Roussef, na sucessão do presidente Lula. Com isso, o PMDB de São Paulo, sairia rachado na próxima sucessão presidencial.
Para evitar que isso aconteça, tucanos de São Paulo querem também Michel Temer como vice na chapa de José Serra.
O que prevalece em toda essa discussão é o pragmatismo. As questões éticas ficam de fora. Infelizmente.
21 de fevereiro de 2009
PSDB ainda não decidiu claramente sobre as prévias
O PSDB ainda não tomou uma decisão clara sobre a realização de prévias para a indicação do candidato do partido à presidência da República em 2010.
A definição virá depois que o TSE responder a uma consulta do partido sobre os mecanismos que deverão ser adotados para a realização das prévias. A consulta se refere à data, campanha e outras coisas mais.
O principal obstáculo já foi removido, ou seja, aceitação dos candidatos José Serra e Aécio Neves em participar das prévias.
Mas ainda existem algumas resistências por parte de tucanos de São Paulo. Eles entendem que as prévias podem rachar o partido, já que toda disputa, de um modo geral, deixa sempre uma sequela.
O assunto voltará a ser discutido depois do Carnaval. Mas o governador Aécio Neves já declarou que não abre mão de uma consulta junto as bases dos tucanos para a indicação do candidato à sucessão do presidente Lula.
A definição virá depois que o TSE responder a uma consulta do partido sobre os mecanismos que deverão ser adotados para a realização das prévias. A consulta se refere à data, campanha e outras coisas mais.
O principal obstáculo já foi removido, ou seja, aceitação dos candidatos José Serra e Aécio Neves em participar das prévias.
Mas ainda existem algumas resistências por parte de tucanos de São Paulo. Eles entendem que as prévias podem rachar o partido, já que toda disputa, de um modo geral, deixa sempre uma sequela.
O assunto voltará a ser discutido depois do Carnaval. Mas o governador Aécio Neves já declarou que não abre mão de uma consulta junto as bases dos tucanos para a indicação do candidato à sucessão do presidente Lula.
20 de fevereiro de 2009
Maior visibilidade para Aécio
A proposta do governador Aécio Neves de percorrer o País juntamente com o governador de São Paulo, José Serra, dará maior visibilidade ao governador mineiro, principalmente no Nordeste, onde ele precisa investir mais.
Resta saber se José Serra está de acordo com essa proposta, tendo em vista que os dois, Aécio e Serra, são postulantes à presidência da República em 2010 e o candidato a ser indicado sairá do resultado das prévias que o PSDB deverá promover junto a seus filiados.
O mais provável é que cada um siga caminhos diferentes até a data da realização das prévias, a exemplo do que ocorreu nos Estados Unidos, com o Partido Democrata, entre Borack Obama e Hilary Clinton.
Cada um seguiu caminhos diferentes e depois se uniram. No caso do PSDB, espera-se que o derrotado nas prévias apoie o vitorioso para enfrentar a candidata do presidente Lula, provavelmente, a ministra Dilma Rousseff.
Resta saber se José Serra está de acordo com essa proposta, tendo em vista que os dois, Aécio e Serra, são postulantes à presidência da República em 2010 e o candidato a ser indicado sairá do resultado das prévias que o PSDB deverá promover junto a seus filiados.
O mais provável é que cada um siga caminhos diferentes até a data da realização das prévias, a exemplo do que ocorreu nos Estados Unidos, com o Partido Democrata, entre Borack Obama e Hilary Clinton.
Cada um seguiu caminhos diferentes e depois se uniram. No caso do PSDB, espera-se que o derrotado nas prévias apoie o vitorioso para enfrentar a candidata do presidente Lula, provavelmente, a ministra Dilma Rousseff.
19 de fevereiro de 2009
Agora só falta ganhar nas prévias
O governador Aécio Neves foi o vitorioso na sua proposta de realização de prévias para a indicação do candidato do PSDB à presidência da República em 2010.
Agora o seu trabalho será maior: vencer o seu concorrente José Serra na consulta popular que será feita entre os tucanos de todo o País.
Resta saber se o candidato derrotado apoiará o vitorioso, tendo em vista que toda disputa, de um modo geral, deixa sempre uma sequela.
O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra, vai aguardar a resposta de uma consulta feita ao TSE para regulamentar a realização das prévias. A consulta se refere à data, gastos de campanha e outras coisas mais.
O importante não é ganhar nas prévias, mas, sim, faturar a eleição. Para que isso acontença, Aécio e Serra terão que estar juntos.
Agora o seu trabalho será maior: vencer o seu concorrente José Serra na consulta popular que será feita entre os tucanos de todo o País.
Resta saber se o candidato derrotado apoiará o vitorioso, tendo em vista que toda disputa, de um modo geral, deixa sempre uma sequela.
O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra, vai aguardar a resposta de uma consulta feita ao TSE para regulamentar a realização das prévias. A consulta se refere à data, gastos de campanha e outras coisas mais.
O importante não é ganhar nas prévias, mas, sim, faturar a eleição. Para que isso acontença, Aécio e Serra terão que estar juntos.
18 de fevereiro de 2009
Pimentel vai para o isolamento?
O ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, ainda é uma grande liderança do PT. Deixou a prefeitura com um alto indice de aprovação popular. Mas a sua grande força era o poder, o cargo de prefeito da cidade.
Agora,virou cidadão comum até que seja aproveitado no governo do presidente Lula. E tudo indica que deve ser aproveitado. Só que está demorando e a demora o desgasta muito politicamente.
Até a data de sua declarçaão à revista Veja quando entrou no ninho tucano para dizer que Aécio dificilmente seria o candidato do PSDB à presidência da República em 2010, Pimentel tinha como grande aliado o governador mineiro, que poderia, inclusive apoiá-lo ao governo de Minas.
A sua declaração estremeceu o seu relacionamento com o governador Aécio Neves e dificilmente os dois estarão juntos em 2010.
Não foi também o que se esperava o encontro dos petistas mineiros realizado neste último fim de semana em Belo Horizonte. A principal estrela, que seria a ministra Dilma Rousseff, não veio, o mesmo ocorrendo com os ministros Patrus Ananias e Luiz Dulce. Dos poucos mais de 100 prefeitos eleitos pelo PT, apenas 22 participaram do encontro. Foi, sem dúvida alguma um fracasso.
Mas nem por isso poderemos dizer que Pimentel está caindo no isolamento. Ele ainda é uma forte liderança dentro do partido e está na briga pelo governo do Estado juntamente com o ministro Patrus Ananias.
Agora,virou cidadão comum até que seja aproveitado no governo do presidente Lula. E tudo indica que deve ser aproveitado. Só que está demorando e a demora o desgasta muito politicamente.
Até a data de sua declarçaão à revista Veja quando entrou no ninho tucano para dizer que Aécio dificilmente seria o candidato do PSDB à presidência da República em 2010, Pimentel tinha como grande aliado o governador mineiro, que poderia, inclusive apoiá-lo ao governo de Minas.
A sua declaração estremeceu o seu relacionamento com o governador Aécio Neves e dificilmente os dois estarão juntos em 2010.
Não foi também o que se esperava o encontro dos petistas mineiros realizado neste último fim de semana em Belo Horizonte. A principal estrela, que seria a ministra Dilma Rousseff, não veio, o mesmo ocorrendo com os ministros Patrus Ananias e Luiz Dulce. Dos poucos mais de 100 prefeitos eleitos pelo PT, apenas 22 participaram do encontro. Foi, sem dúvida alguma um fracasso.
Mas nem por isso poderemos dizer que Pimentel está caindo no isolamento. Ele ainda é uma forte liderança dentro do partido e está na briga pelo governo do Estado juntamente com o ministro Patrus Ananias.
17 de fevereiro de 2009
Isolamento ou expulsão de Jarbas
A cúpula nacional do PMDB preferiu considerar como desabafo as graves acusações do senador Jarbas Vasconcelos de que uma parte do partido é corrupta, e que se preocupa apenas em manipular licitações e ocupar cargos públicos.
Parece que a estratégia dos dirigentes peemedebistas é no sentido de isolá-lo dentro do partido ou até expulsá-lo. O mais provável é o isolamento.
Só que o estrago na legenda foi muito grande pela estatura moral do senador pernambucano, ele que foi um dos fundadores do partido e um dos baluartes no combate a ditadura militar.
Ninguém tem dúvida de que as declarações de Jarbas Vasconcelos vão continuar rendendo no reduto do PMDB e do próprio governo, que foi também duramente atingido pelo senador peemedebista.
Parece que a estratégia dos dirigentes peemedebistas é no sentido de isolá-lo dentro do partido ou até expulsá-lo. O mais provável é o isolamento.
Só que o estrago na legenda foi muito grande pela estatura moral do senador pernambucano, ele que foi um dos fundadores do partido e um dos baluartes no combate a ditadura militar.
Ninguém tem dúvida de que as declarações de Jarbas Vasconcelos vão continuar rendendo no reduto do PMDB e do próprio governo, que foi também duramente atingido pelo senador peemedebista.
16 de fevereiro de 2009
Quadro partidário deteriorado
O PMDB, que é o maior partido do País, é acusado de manter em seus quadros políticos que se preocupam apenas em participar de licitações ilicitas, ocupar cargos públicos e outras coisas mais.
A acusação é do ex-deputado e ex-governador por duas vezes em Pernambuco e atualmente senador, Jarbas Vasconcelos, em entrevista à revista Veja desta semana.
Jarbas diz ainda que a eleição de José Sarney para a presidência do Senado é um retrocesso. A cúpula do partido vai se reunir hoje para estudar uma possível punição para o senador pernambucano.
O fato é que o atual quadro partidário brasileiro está deteriorado. A unidade só é possivel entre as minorias ou nos pequenos partidos. Quando um partido chega ao poder ele se transforma num inchaço, como ocorreu com a antiga Arena na época da Revolução, o PSDB no governo de Fernando Henrique Cardoso e agora o PT no governo do presidente Lula com a participação do PMDB.
Só uma reforma política ampla e sem casuismos será possível mudar o atual quadro partidário. Mas não vai ser fácil, porque o próprio governo não se interessa por ela. Fica apenas no dicurso como ocorreu no governo de Fernando Henrique Cardoso e agora no governo do presidente Lula.
A acusação é do ex-deputado e ex-governador por duas vezes em Pernambuco e atualmente senador, Jarbas Vasconcelos, em entrevista à revista Veja desta semana.
Jarbas diz ainda que a eleição de José Sarney para a presidência do Senado é um retrocesso. A cúpula do partido vai se reunir hoje para estudar uma possível punição para o senador pernambucano.
O fato é que o atual quadro partidário brasileiro está deteriorado. A unidade só é possivel entre as minorias ou nos pequenos partidos. Quando um partido chega ao poder ele se transforma num inchaço, como ocorreu com a antiga Arena na época da Revolução, o PSDB no governo de Fernando Henrique Cardoso e agora o PT no governo do presidente Lula com a participação do PMDB.
Só uma reforma política ampla e sem casuismos será possível mudar o atual quadro partidário. Mas não vai ser fácil, porque o próprio governo não se interessa por ela. Fica apenas no dicurso como ocorreu no governo de Fernando Henrique Cardoso e agora no governo do presidente Lula.
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