Ninguém acredita mais num possível entendimento entre o grupo do ex-prefeito Fernando Pimentel e a facção do ministro Patrus Ananias. A briga é pelo governo do Estado em 2010 e começou no ano passado com a indicação de Márcio Lacerda para disputar a prefeitura de Belo Horizonte. Pimentel sustentou a indicacão de Lacerda e Patrus ficou contra.
Agora num encontro em Belo Horizonte em nome da unidade, promovido pelo grupo de Pimentel, ficou muito exposto o racha no Partido dos Trabalhadores. Como comvidada, a ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil, não participou do encontro, o mesmo ocorrendo com os ministros Patrus Ananias e Luiz Dulce, adversários de Pimentel. Foi pequena também a presença de prefeitos eleitos pelo PT. O racha vai para 2010 entre Patrus e Pimentel.
15 de fevereiro de 2009
11 de fevereiro de 2009
Antecipação é golpe contra Aécio
Um grupo de parlamentares tucanos de São Paulo, mais ligado ao governador José Serra, quer antecipar para este ano a indicação do candidato do PSDB à presidência da República em 2010.
Desse grupo faz parte o deputado Paulo Renato, que esteve reunido com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que reclamou uma postura mais firme de oposição do partido ao governo do presidente Lula.
Antecipar agora o nome do candidato tucano à sucessão do presidente Lula, por outro lado, representa um golpe contra o governador Aécio Neves, no momento em que Aecio anuncia a sua disposição de percorrer várias partes do País em defesa da realização das prévias para a indicação do candidato do seu partido.
Essa antecipação significa também menos tempo e menos espaço para o governador mineiro defender a sua proposta de realização das prévias. Com certeza, Aécio não vai aceitar a antecipação da indicação do candidato tucano.
Desse grupo faz parte o deputado Paulo Renato, que esteve reunido com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que reclamou uma postura mais firme de oposição do partido ao governo do presidente Lula.
Antecipar agora o nome do candidato tucano à sucessão do presidente Lula, por outro lado, representa um golpe contra o governador Aécio Neves, no momento em que Aecio anuncia a sua disposição de percorrer várias partes do País em defesa da realização das prévias para a indicação do candidato do seu partido.
Essa antecipação significa também menos tempo e menos espaço para o governador mineiro defender a sua proposta de realização das prévias. Com certeza, Aécio não vai aceitar a antecipação da indicação do candidato tucano.
10 de fevereiro de 2009
A causa do atrito entre Aécio e Pimentel
Afinados politicamente na indicação de Márcio Lacerda à prefeitura de Belo Horizonte, o governador Aécio Neves e o ex-prefeito Fernando Pimentel estariam agora trombando, inviabilizando assim um possível entendimento entre os dois para 2010?
Partidariamente, esse entendimento é difícil entre dois partidos, PSDB e PT, que vão para um confronto direto na sucessão presidencial.
A declaração de Pimentel à revista Veja desta semana admitindo que Aécio poderá disputar o Senado é a constação de que os dois já não estão bem afinados politicamente.
Na área política, o comentário é de que o atrito teve inicio na indicação do novo secretário Municipal de Saúde. Pimentel queria a mantenção do secretário Helvécio Magalhães, que foi deslocado para a Secretaria do Planejamento, enquanto o governador Aécio Neves e o secretário Danilo de Castro defendiam o nome de Marcelo Teixeira, que acabou sendo nomeado.
A partir dai houve um distanciamento entre Aécio e Pimentel. Consta também que Helvécio Magalhães não ficou nada satisfeito com o seu remanejamento para a pasta do Planejamento.
A declaração agora de Pimentel à revista Veja terá novos desdobramentos no relacionamento entre o ex-prefeito e o governador.
Partidariamente, esse entendimento é difícil entre dois partidos, PSDB e PT, que vão para um confronto direto na sucessão presidencial.
A declaração de Pimentel à revista Veja desta semana admitindo que Aécio poderá disputar o Senado é a constação de que os dois já não estão bem afinados politicamente.
Na área política, o comentário é de que o atrito teve inicio na indicação do novo secretário Municipal de Saúde. Pimentel queria a mantenção do secretário Helvécio Magalhães, que foi deslocado para a Secretaria do Planejamento, enquanto o governador Aécio Neves e o secretário Danilo de Castro defendiam o nome de Marcelo Teixeira, que acabou sendo nomeado.
A partir dai houve um distanciamento entre Aécio e Pimentel. Consta também que Helvécio Magalhães não ficou nada satisfeito com o seu remanejamento para a pasta do Planejamento.
A declaração agora de Pimentel à revista Veja terá novos desdobramentos no relacionamento entre o ex-prefeito e o governador.
9 de fevereiro de 2009
Aécio não abre o jogo
Politicamente, o prioritário para o governador Aécio Neves é a realização das prévias para a indicação do candidato do PSDB à presidência da República em 2010.
E está trabalhando com esse objetivo e tendo como estratégia viajar por várias partes do País. O governador mineiro entende que as prévias devem ser entendidas como instrumento de unidade partidária e não como uma ação desagregadora.
Já o governador de São Paulo, José Serra, que é o seu concorrente, não se posicionou claramente sobre a realização das prévias. É sinal de que ele deseja uma indicação de cúpula. Só que Aécio não aceita. Aí é que está o impasse.
Em relação à sucessão estadual, o governador Aécio Neves não abre o jogo, mesmo porque o PSDB não tem o chamado candidato natural. Por falta de opção, pode ser que o candidato seja o atual vice-governador Antônio Anastasia.
O ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, em principio, seria o nome de preferência do governador Aécio Neves. Os dois estão afinados, politicamente, mas enfrentam problemas em seus partidos.
Aécio com Serra na sucessão presidencial e Pimentel com Patrus na sucessão estadual. Dificil, portanto, Aécio e Pimentel caminharem juntos em 2010. O ex-prefeito, em entrevista à revista Veja desta semana, acredita que Aécio vai acabar disputando o Senado. Será? Mas por enquanto, Aécio continua como candidato à presidência da República.
E está trabalhando com esse objetivo e tendo como estratégia viajar por várias partes do País. O governador mineiro entende que as prévias devem ser entendidas como instrumento de unidade partidária e não como uma ação desagregadora.
Já o governador de São Paulo, José Serra, que é o seu concorrente, não se posicionou claramente sobre a realização das prévias. É sinal de que ele deseja uma indicação de cúpula. Só que Aécio não aceita. Aí é que está o impasse.
Em relação à sucessão estadual, o governador Aécio Neves não abre o jogo, mesmo porque o PSDB não tem o chamado candidato natural. Por falta de opção, pode ser que o candidato seja o atual vice-governador Antônio Anastasia.
O ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, em principio, seria o nome de preferência do governador Aécio Neves. Os dois estão afinados, politicamente, mas enfrentam problemas em seus partidos.
Aécio com Serra na sucessão presidencial e Pimentel com Patrus na sucessão estadual. Dificil, portanto, Aécio e Pimentel caminharem juntos em 2010. O ex-prefeito, em entrevista à revista Veja desta semana, acredita que Aécio vai acabar disputando o Senado. Será? Mas por enquanto, Aécio continua como candidato à presidência da República.
7 de fevereiro de 2009
Tucanos vão para o racha
Parece ser inevitável um racha dos tucanos na sucessão presidencial de 2010 entre os governadores José Serra, de São Paulo, e Aécio Neves, de Minas Gerais.
A discussão no momento gira em torno da realização de prévias para a indicação do candidato à sucessão do presidente Lula. Aécio não admite uma indicação de cúpula por entender que as prévias devem ser vistas como um instrumento de unidade partidária.
Já o governador de São Paulo não se posicionou claramente sobre a realização das prévias. A cúpula do partido, por sua vez, prefere não entrar muito na discussão. Está em cima do muro.
Com prévias ou sem prévias, o PSDB vai mesmo para o racha. A unidade só será possível se a escolha for consensual, sem qualquer disputa interna, porque esta deixa sempre uma sequela.
A discussão no momento gira em torno da realização de prévias para a indicação do candidato à sucessão do presidente Lula. Aécio não admite uma indicação de cúpula por entender que as prévias devem ser vistas como um instrumento de unidade partidária.
Já o governador de São Paulo não se posicionou claramente sobre a realização das prévias. A cúpula do partido, por sua vez, prefere não entrar muito na discussão. Está em cima do muro.
Com prévias ou sem prévias, o PSDB vai mesmo para o racha. A unidade só será possível se a escolha for consensual, sem qualquer disputa interna, porque esta deixa sempre uma sequela.
5 de fevereiro de 2009
Petistas não ficam sem emprego
O prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, está olhando o lado mais profissional e não político para o preenchimento dos cargos na Municipalidade. Surprendeu ao colocar na Secretaria de Governo um técnico para coordenar toda a ação administrativa e política da prefeitura.
Já mandou avisar também a sua base de sustentação política que um dos critérios para a nomeação dos adjuntos é qualificação profissional. E o prefeito está certo. Se vai dar certo só o tempo irá dizer.
Consta também que alguns petistas não serão aproveitados pela atual administração. Mas eles não ficarão sem emprego, porque podem ocupar cargos nas prefeituras comandadas pelas petistas Maria do Carmo, em Betim, e Marília Campos, em Contagem. Pelo menos, é o que se comenta na área parlamentar.
O importante é que o prefeito Márcio Lacerda até agora está administrando cidade voltado para o interesse público e não partidário.
Já mandou avisar também a sua base de sustentação política que um dos critérios para a nomeação dos adjuntos é qualificação profissional. E o prefeito está certo. Se vai dar certo só o tempo irá dizer.
Consta também que alguns petistas não serão aproveitados pela atual administração. Mas eles não ficarão sem emprego, porque podem ocupar cargos nas prefeituras comandadas pelas petistas Maria do Carmo, em Betim, e Marília Campos, em Contagem. Pelo menos, é o que se comenta na área parlamentar.
O importante é que o prefeito Márcio Lacerda até agora está administrando cidade voltado para o interesse público e não partidário.
TCE abre vaga de conselheiro para procurador
Com a aposentadoria de Flávio Regis, abre uma vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado a ser preenchida por um procurador em lista tríplice a ser encaminhada ao governador do Estado.
Só que esta lista tríplice não poderá ser feita agora, porque apenas um procurador tem condições de ser nomeado por ter mais de 35 anos, conforme determina a Constituição. Consequentemente, a vaga não poderá ser preenchida agora, apesar de terem sido criados mais três cargos de procuradores, mas que ainda não foram nomeados pelo governador.
Em agosto haverá mais uma vaga de conselheiro, a de Simão Pedro, que cai na compulsória. Mas ele já tem tempo de servio para se aposentar. A sua vaga deverá ser preenchida por um deputado estadual a ser aprovado pela Assembleia Legislativa.
São dois os postulantes: os deputados Sebastião Helvécio, do PDT, e Mauri Torres, do PSDB, e atual lider do governo no Legislativo. É um cargo muito disputado, porque é vitalício, e o salário é correspondente a de um desembargador do Tribunal de Justiça.
Só que esta lista tríplice não poderá ser feita agora, porque apenas um procurador tem condições de ser nomeado por ter mais de 35 anos, conforme determina a Constituição. Consequentemente, a vaga não poderá ser preenchida agora, apesar de terem sido criados mais três cargos de procuradores, mas que ainda não foram nomeados pelo governador.
Em agosto haverá mais uma vaga de conselheiro, a de Simão Pedro, que cai na compulsória. Mas ele já tem tempo de servio para se aposentar. A sua vaga deverá ser preenchida por um deputado estadual a ser aprovado pela Assembleia Legislativa.
São dois os postulantes: os deputados Sebastião Helvécio, do PDT, e Mauri Torres, do PSDB, e atual lider do governo no Legislativo. É um cargo muito disputado, porque é vitalício, e o salário é correspondente a de um desembargador do Tribunal de Justiça.
4 de fevereiro de 2009
Aécio será o condutor de sua sucessão
O vice-governador Antônio Anastasia só será candidato ao governo de Minas em 2010 se esse for o desejo do governador Aécio Neves. Ninguém tem dúvida disso. E é ele, Aécio, que irá conduzir o processo de sua sucessão, envolvendo, naturalmente ,os partidos que apoiam o seu governo a começar pelo seu partido, o PSDB, e outros mais como o DEM, PP, PTB, PSB, PDT, entre outros.
Aécio só não vai interferir diretamente nos partidos que caminham para uma candidatura própria como é o caso do PT, com o ministro Patrus Ananias ou com o ex-prefeito Fernando Pimentel, e o PMDB, que tem como candidato o ministro Hélio Costa.
Mas o prioritário para o governador Aécio Neves é a sucessão presidencial. Por isso mesmo vai se dedicar mais às viagens pelo País em defesa da realização das prévias para a indicação do candidato numa disputa com o governador de São Paulo, José Serra. Juntos podem chegar ao Planalto. Mas separados, o PSDB fica longe de voltar ao Poder.
Aécio só não vai interferir diretamente nos partidos que caminham para uma candidatura própria como é o caso do PT, com o ministro Patrus Ananias ou com o ex-prefeito Fernando Pimentel, e o PMDB, que tem como candidato o ministro Hélio Costa.
Mas o prioritário para o governador Aécio Neves é a sucessão presidencial. Por isso mesmo vai se dedicar mais às viagens pelo País em defesa da realização das prévias para a indicação do candidato numa disputa com o governador de São Paulo, José Serra. Juntos podem chegar ao Planalto. Mas separados, o PSDB fica longe de voltar ao Poder.
3 de fevereiro de 2009
O próximo passo do PMDB é a vice
Fortalecido com a eleição de José Sarney para presidente do Senado e Michel Temer para presidente da Câmara dos Deputados, o próximo passo do PMDB é influir decisivamente na sucessão presidencial de 2010.
Sem ter o chamado candidato natural, os peemedebistas vão querer a vice. Não importa que o cabeça de chapa seja tucano,petista ou de qualquer outro partido.
Os mais ligados ao governo do presidente Lula, naturalmente, vão trabalhar para que o vice figure na chapa encabeçada provavelmente pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.
Já o grupo liderado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, tem preferência pelo governador de São Paulo, José Serra. Não foi à toa que Serra pediu voto para Michel Temer.
O governador de Minas, Aécio Neves, sai também fortalecido, já que a legenda do PMDB lhe foi oferecida para a disputa presidencial. Alem disso, o presidente do Senado, José Sarney, outra liderança forte dentro do PMDB, entre Aécio e Serra, optaria pelo governador mineiro. Ninguém tem dúvida disso.
Sem ter o chamado candidato natural, os peemedebistas vão querer a vice. Não importa que o cabeça de chapa seja tucano,petista ou de qualquer outro partido.
Os mais ligados ao governo do presidente Lula, naturalmente, vão trabalhar para que o vice figure na chapa encabeçada provavelmente pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.
Já o grupo liderado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, tem preferência pelo governador de São Paulo, José Serra. Não foi à toa que Serra pediu voto para Michel Temer.
O governador de Minas, Aécio Neves, sai também fortalecido, já que a legenda do PMDB lhe foi oferecida para a disputa presidencial. Alem disso, o presidente do Senado, José Sarney, outra liderança forte dentro do PMDB, entre Aécio e Serra, optaria pelo governador mineiro. Ninguém tem dúvida disso.
2 de fevereiro de 2009
A disputa ´pelo comando do Congresso
São dois os candidatos à presidência do Senado: José Sarney, do PMB, e Tião Viana, do PT. Na Câmara dos Deputados são quatro os postulantes: Michel Temer, do PMDB, Ciro Nogueira, do PP, Aldo Rebelo, do PC do B, e Osmar Serraglio, do PMDB.
A eleição está marcada para hoje. No Senado há um certo favoritismo do senador José Sarney, mas Tião Viana está otismista depois que recebeu o apoio do PSDB.
Já na Câmara dos Deputados, Michel Temer é o mais forte candidato, embora Ciro Nogueira pode surprender.
A possível eleição de Sarney, no Senado, e Temer, na Câmara, fortalece muito o PMDB, que passa assim a comandar o Congresso Nacional.
A presidência da Câmara dos Deputados é importante , porque no impedimento por afastamento, renuncia ou morte do presidente e do vice-presidente da República, quem assume a chefia do governo é o presidente do Legislastivo.
A eleição está marcada para hoje. No Senado há um certo favoritismo do senador José Sarney, mas Tião Viana está otismista depois que recebeu o apoio do PSDB.
Já na Câmara dos Deputados, Michel Temer é o mais forte candidato, embora Ciro Nogueira pode surprender.
A possível eleição de Sarney, no Senado, e Temer, na Câmara, fortalece muito o PMDB, que passa assim a comandar o Congresso Nacional.
A presidência da Câmara dos Deputados é importante , porque no impedimento por afastamento, renuncia ou morte do presidente e do vice-presidente da República, quem assume a chefia do governo é o presidente do Legislastivo.
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